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Twintex com o futuro nas mãos

No interior do país, a família Mineiro gere os destinos da Twintex, empresa que, desde a sua fundação, se preocupa, primeiro, em olhar à volta – isso inclui as 420 pessoas que emprega e o meio ambiente – para, logo depois, olhar em frente – passando pelas novas tecnologias e consequentes evoluções do negócio.

Cofemel é a melhor do sector

A Cofemel foi considerada a melhor empresa portuguesa no segmento têxtil, vestuário e couro pela revista Exame. O ranking das cinco melhores fica completo com a TMG Automotive, na segunda posição, a Gabor, a Ecco’Let e a Continental. Já entre as 100 melhores empresas para se trabalhar destacou-se a Ferreira de Sá.

Malha na cama impulsiona Crispim Abreu

Pioneira na roupa de cama em malha, a Crispim Abreu tem expandido consistentemente o seu negócio, que inclui também a produção de malha e de vestuário. Em 2016, a empresa, que conta já com o apoio da segunda geração na direção, registou um crescimento de 13%, mas ambiciona chegar mais longe.

Polopique investe na tricotagem

O grupo liderado por Luís Guimarães acaba também de instalar a terceira unidade de fiação, reforçando assim a verticalidade industrial, um dos seus principais trunfos. Além disso, cresceu em volume de negócios no ano passado e antecipa um 2019 igualmente positivo.

H&M e Zara com má reputação

As retalhistas H&M, Zara e Marks & Spencer são algumas das implicadas na utilização de viscose produzida em fábricas poluentes na Ásia, segundo um relatório recentemente divulgado pela Changing Markets Foundation.

Crialme atinge a maturidade

A empresa de confeção de vestuário, que emprega perto de 500 trabalhadores e fatura anualmente cerca de 15 milhões de euros, especializou-se em fatos para homem e 70% da produção é feita à medida.

O paradoxo da Farfetch

Os resultados divulgados esta semana mostram que, de 2015 para 2016, a startup unicórnio de José Neves registou o melhor ano de sempre na faturação. Por outro lado, em 2016, a retalhista de luxo online enfrentou também o pior ano em termos de rentabilidade.

Algodão orgânico, porquê?

Um relatório recente da plataforma Textile Exchange destacou as três razões principais para apoiar a expansão do cultivo de algodão orgânico, estabelecendo os benefícios da fibra em comparação com o algodão convencional, juntamente com conselhos para marcas e retalhistas.

A força do digital

A estamparia digital veio dar uma pincelada de tinta fresca à moda ao permitir a produção de pequenas quantidades sem o recurso às matrizes ou cilindros da estamparia convencional. Numa era onde o céu é o limite para a imaginação, passou a ser possível alargar o número de padrões e cores da indústria têxtil e vestuário.

Papilio da JF Almeida levantou voo

O fio space dyeing da JF Almeida foi o grande destaque na primeira vez que a empresa, conhecida sobretudo pelos têxteis-lar, se lançou em força nas feiras, com a estreia do negócio de fiação na Première Vision Yarns mas também no Modtissimo, onde chamou a atenção de compradores internacionais.

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