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Futuro personalizado

O Natal já passou, mas 2015 estará cheio de celebrações, sejam aniversários ou datas comemorativas. Perfumes criados à medida, chocolates “estampados” com uma mensagem pessoal ou ténis decorados com uma selfie são, cada vez mais, o tipo de produto preferido pelos consumidores.

O marketing em 2014 – Parte 2

A tecnologia invadiu as estratégias de marketing durante o ano passado, quer nas principais semanas de moda – onde nem sequer faltaram os drones – quer nas lojas físicas de retalho, onde os consumidores, embora ainda preocupados com a sua privacidade, exigem uma maior interação.

Made in China” não convence

Embora cada vez mais marcas ocidentais de luxo, como a Prada, recorram à produção feita na China, nem todos estão convencidos das suas virtudes, sobretudo os designers mais reputados do país, que recorrem a Itália na hora de selecionar as matérias-primas e a confeção mais delicada.

Indianos e chineses em parceria

A recentemente anunciada joint-venture entre a Reliance Industries da Índia e o Shandong Ruyi Science & Technology Group da China poderá inspirar mais negócios deste tipo, alterando as bases de produção de têxteis e vestuário do dragão chinês para o elefante indiano.

O marketing em 2014 – Parte 1

Da dinamização dos media sociais como ferramenta fulcral dos marketers à ascensão das selfies como forma de promoção da marca e aumento das vendas, sem esquecer as campanhas durante os grandes eventos desportivos, as estratégias de marketing de 2014 colocaram a ênfase no consumidor.

Nike aposta nas mulheres

O gigante do desporto norte-americano está embrenhado na “tremenda energia” que está a verificar-se no vestuário desportivo feminino e acredita que existe uma oportunidade significativa para a empresa crescer ainda mais neste segmento de mercado.

Retalho em altos voos

Os aeroportos e as estações de comboio são os locais de eleição para um número cada vez maior de pontos de venda, servindo os viajantes que querem fazer compras em movimento e as marcas que possuem como alvo um público global.

O peso da sustentabilidade

Os produtores de têxteis e vestuário da China querem criar uma indústria sustentável, não dependente da mão-de-obra barata e do fraco desempenho ambiental, mas sim capaz de fornecer produtos de qualidade competitiva e atrativos para os compradores internacionais.

Etiópia aquém das expetativas

Quando se trata do desenvolvimento de uma cadeia de fornecimento competitiva, que abranja o algodão, o sector têxtil e o sector de vestuário, a Etiópia poderá dispor de mais trunfos do que qualquer outro país da África subsariana, mas ainda tem um longo caminho a percorrer.

Rublo em queda lesa retalho

Os russos foram à pressa comprar carros, produtos eletrónicos e vestuário de marca, com os seus rublos em rápida desvalorização. Mas algumas empresas internacionais suspenderam o fornecimento de artigos de luxo, pelo menos até que a moeda estabilize.

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