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Portas abertas para o futuro

No horizonte do retalho tradicional, ainda não se consegue avistar com clareza a loja do futuro, mas muitos estão já a fazer as suas apostas. Experimentação, customização, interatividade e omnicanal são apenas alguns dos conceitos atualmente explorados pelos retalhistas mais inovadores.

H&M não desilude em abril

A retalhista sueca anunciou os resultados das vendas em abril e não desapontou os analistas. O crescimento de 7% face ao mesmo mês do ano passado ficou em linha com as expectativas e marca o 25.º mês consecutivo de crescimento para a H&M, que recentemente anunciou uma nova cadeia de lojas.

Ver na loja, comprar online

Mais de 55% dos consumidores visitam as lojas físicas, veem e tocam nos artigos, antes de finalizarem a compra online, enfatizando a ideia de que as experiências omnicanal são essenciais para o retalho moderno.

Manual de sobrevivência do retalho

Só porque os consumidores estão menos propensos a entrar em determinados espaços, não significa que não estejam interessados nas lojas em geral. O problema, argumentam os analistas, é que alguns retalhistas não estão preocupados com os clientes, mas com as suas compras.

A evolução natural do retalho

A American Apparel e a Nasty Gal declararam falência. A BCBG Max Azria pediu insolvência, tal como a retalhista dedicada ao segmento adolescente Wet Seal. As mudanças nos hábitos de consumo – incluindo a emergência do comércio eletrónico e o declínio do tráfego nos centros comerciais –, não estão apenas a encurtar o ciclo de vida das tendências, mas também das próprias marcas.

Inovar… ou morrer

Atualmente, a inovação move-se muito mais rápido do que quando a Sears inventou o catálogo. À medida que essas cadeias, outrora dominantes, vão ficando para trás – descurando a importância das novas ferramentas e a mudança de hábitos de consumo –, os analistas consideram que chegou a hora dos retalhistas tradicionais enfrentarem o mais duro dos dilemas: a inovação ou a morte.

Geração Z redefine retalho

Os executivos do retalho estão a concentrar todas as suas atenções na geração Z, procurando responder às exigências da geração que vem para suplantar os millennials. As datas de nascimento variam entre 1995 e 2014, o que significa que os membros mais velhos são universitários ou em início de carreira e os mais jovens estão no jardim-de-infância. Portanto, são muitos e com necessidades muito diferentes.

Retalho físico com futuro

Os líderes do retalho reuniram-se no Dubai, entre os dias 4 e 6 de abril, para debaterem a experiência futura do cliente na Conferência Mundial de Retalho. Ainda que muitos dos presentes tenham reconhecido o desafio/oportunidade colocado pela ascensão da Amazon e do online em geral, o foco esteve na otimização do espaço físico.

Zara e H&M sob ameaça

A Zara e a H&M são as duas maiores retalhistas de moda do mundo. Não por coincidência, são também as pioneiras da moda rápida. A Zara, por exemplo, é capaz de garantir um ciclo de 25 dias entre o design e a loja para peças campeãs de vendas e pode reabastecer stocks ainda mais rapidamente.

O apocalipse do retalho

Segundo vários analistas, será apenas um cavaleiro a anunciar este apocalipse que tem vindo a mudar a moda e os códigos de vestuário norte-americanos – o athleisure. Os tecidos confortáveis e tecnológicos, bem como os designs elegantes mas desportivo, têm vindo a mudar a face do retalho e a ditar a morte de alguns jogadores incapazes de se adaptarem às novas regras.

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