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Menos é mais

Para travar a economia paralela promovida pela ação dos agentes daigou, as marcas de luxo – como a Chanel e a Burberry – têm vindo a adotar estratégias que vão desde a subida de preços na Europa à redução na oferta de produtos.

Retalho em mutação

Em 2016, a evolução nos hábitos de consumo será acelerada pelo impacto das novas tecnologias e com tudo o que as orbita. O relatório “The Future of Retail” considera que os desafios do retalho se vão centrar em oito áreas – como o fim do dinheiro físico no ato de compra ou pela chegada de tecnologias que “sentem”.

A guerra dos descontos

A T.J. Maxx gaba-se de vender casacos da marca Michael Kors a 99,99 dólares (aproximadamente 92 euros), peça que em qualquer outro espaço custaria 140 dólares.

O primado das compras online

O comércio online está a ter tamanho impacto nos hábitos de compra das famílias americanas que muitos dos ícones do shopping tradicional – da Macy’s à Gap Inc, passando pela J. C. Penney – enfrentam um futuro cada vez mais incerto.

Brasil em derrapagem

As vendas a retalho brasileiras caíram em julho, pelo sexto mês consecutivo, num momento em que o aumento do desemprego e a baixa de confiança recorde dos consumidores ameaçam agravar a recessão do país.

O futuro dos grandes armazéns

Os grandes armazéns foram, em tempos, espaços renomados de retalho nos grandes centros urbanos dos EUA. A sua deslocação para os subúrbios impulsionou a construção dos primeiros centros comerciais mas determinou, também, o fim de uma era.

Os altos voos chineses

Os acessórios, vestuário e calçado já não definem o luxo como outrora. Hoje, os consumidores preferem experiências autênticas. Quais as implicações práticas desta transferência de interesses nos números e estratégias das marcas tradicionais?

Morar no retalho

Moda Operandi, Sézane e Uterqüe são algumas das retalhistas que já abraçaram o novo conceito de loja que tem vindo a transformar os espaços de retalho em verdadeiras casas/apartamentos, decorados como se de um acolhedor lar se tratasse.

O bom, o mau e a personalização

O mais recente relatório da Accenture conclui que os consumidores preferem comprar produtos de uma marca que personalize as suas interações. Por outro lado, também sentem que as experiências digitais não estão alinhadas com as suas expectativas. São os dois lados da moeda do retalho à medida.

A nova experiência de compra

Desde as ágoras gregas que os consumidores são atraídos por diferentes experiências de compra, mas os rápidos avanços da tecnologia, das redes sociais aos espelhos mágicos, estão a acelerar as mudanças no retalho, tanto na perspetiva dos consumidores como dos retalhistas.

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