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No meio está a virtude

Em Hong Kong, as marcas de luxo extravagantes dão lugar a nomes mais comuns. As marcas que apelam a um mercado mais amplo estão...

Next antecipa um 2017 difícil

Face a um 2016 marcado por encerramentos de lojas e maus resultados, a gigante do retalho britânico Next não foi capaz de recuperar durante a quadra natalícia e anunciou que as vendas a preço total em novembro e dezembro caíram 0,4%.

Centros comerciais apoiam lojistas com €305 milhões

A Associação Portuguesa de Centros Comerciais vai conceder 305 milhões de euros para apoiar os lojistas na sequência dos danos causados pela pandemia ao sector de retalho.

Grandes armazéns em mudança

O sector dos grandes armazéns vivencia um período de dinamismo à escala global, pautado pela inauguração e renovação de diversos espaços comerciais, que estimulam a emergência de tendências inovadoras.

Victoria Beckham a preço de Target

Depois da Kenzo para a H&M, esta é a segunda maior boa-nova de 2016 dentro das parcerias entre os mercados do luxo e das massas. Victoria Beckham aliou-se à Target para uma coleção de moda acessível que assinala ainda a entrada da designer no segmento de vestuário infantil.

H&M começa ano com pé esquerdo

O grupo sueco H&M continua a descer em todos os indicadores, acumulando stock que não consegue vender. O tempo frio não ajudou a rentabilizar a roupa de primavera.

Segunda mão de luxo

Longe estão os dias em que comprar artigos em segunda mão era um ato associado a ações de caridade. Numa altura em que os consumidores mais jovens têm menos poder de compra e maiores preocupações éticas e ecológicas, o mercado de revenda cresce exponencialmente.

O vício dos descontos

As agruras da economia deram o primeiro motivo para os retalhistas americanos apostarem nos descontos, mas a estratégia, que devia ser temporária, tornou-se omnipresente, minando as margens brutas e diminuindo o valor das marcas, numa corrida que parece não ter fim.

Retalho sofre com “coletes amarelos”

As típicas compras da quadra natalícia continuam a sofrer com os protestos que decorrem em França. No último fim-de-semana, lojas encerradas e a ausência de turistas no centro de Paris pintaram, uma vez mais, o cenário da capital francesa, devido aos protestos dos “coletes amarelos”.

Coletes amarelos mancham Natal francês

O impacto económico dos protestos gerados pelos coletes amarelos em França é cada vez mais evidente e vai além das perdas nas receitas. As especulações feitas no período pré-natalício de que as manifestações custariam aos retalhistas milhões de euros estão a tornar-se reais.