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Online alavanca offline

O comportamento dos consumidores em dispositivos móveis influencia cerca de 56 centavos de cada dólar gasto em lojas físicas (aproximadamente 50 cêntimos em cada euro), estimando-se que o valor total alcance os 2,1 biliões de dólares até ao final deste ano, de acordo com um novo estudo da Deloitte Consulting.

O tempo da roupa que sente

O vestuário é muitas vezes apresentado como uma espécie de segunda pele. Contudo, por mais que a sua cor ou ajuste denunciem o utilizador, as roupas não reagem como a cútis. Entretanto, as diferenças têm vindo a ser esbatidas pela intervenção da Caress of the Gaze, uma peça impressa a três dimensões (3D) que responde às interações sociais.

Marcas encurtam distâncias

O modelo direto ao consumidor começou por ser adotado pelas marcas emergentes que pulsam no ambiente digital. Todavia, e considerando o esmorecer da estratégia dos grandes armazéns, também as casas de luxo estão a optar por vendas sem intermediários.

A educação de José Neves

Nos últimos anos, a Farfetch transformou-se num polvo cujos tentáculos alcançam já 400 boutiques e mais de 100 marcas à volta do globo, mas, ao contrário da maioria das startups, a criação do empresário português José Neves não está à procura de secar tudo à sua volta, mas a tentar desbravar caminho.

Gerber Technology troca de mãos

A especialista em sistemas integrados de software e automação para a indústria de vestuário foi comprada pela American Industrial Partners. O negócio vai permitir à Gerber Technology acelerar os planos de investimento e o lançamento de novos produtos.

China a um clique do comércio eletrónico

Os consumidores de luxo da China estão a mover-se para lá da experiência de compras em loja e a dirigir-se aos portais de comércio eletrónico das marcas. Face à travessia, as casas de moda e os retalhistas de topo terão de se esforçar por acompanhar, advertem os analistas.

Pela mão da Damaged Duchess

Que o nome não induza potenciais e, até, atuais clientes em erro, a Damaged Duchess é 100% made in Portugal. Ainda assim, os estrangeirismos não se esgotam no nome e a marca de acessórios femininos já apresenta a tecnologia wearable como a sua próxima investida.

Os custos do nome Asos

A retalhista britânica de moda online foi recentemente forçada a pagar mais de 20 milhões de libras para continuar a usar o seu nome e a expandir o leque de produtos. Em causa está a alegada violação das marcas registadas em nome de duas retalhistas europeias – a suíça Assos e a alemã Anson.

À procura de fechar o ciclo

De acordo com a H&M, uma das retalhistas envolvida na luta pela proteção do meio ambiente, apenas 0,1% de toda a roupa recolhida pelas instituições de solidariedade é reciclada. Mais do que isso, muitas destas instituições rejeitam peças com etiquetas de marcas de moda rápida, devido à sua fraca qualidade.

Zara e H&M: dupla de elite

A retalhista sueca H&M e a n.º 1 da fast fashion Zara foram consideradas, tal como a retalhista de artigos desportivos Decathlon, marcas de elite na oferta multicanal dentro do continente europeu.

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