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Maximalismo domina design

A Semana de Design de Milão deixou-se dominar por um maximalismo ousado e colorido que impactou os visitantes, captando a sua atenção num tempo marcado pela forte dependência de gadgets e abstraindo-os das principais questões políticas e sociais.

Chineses mudam a casa

As influências ocidentais estão a mudar o mercado de interiores da China. No entanto, as marcas precisam de estar atentas às singularidades locais: os consumidores chineses são jovens, estão à procura de uma combinação de estética e conforto e, embora partilhem valores coletivos, as opiniões diferem quando se trata de decoração, dependendo do estrato social e das preferências pessoais.

Um homem novo

Da geração Z à geração X, os asiáticos têm vindo a derrubar as fronteiras de género tradicionais nos últimos anos, escutando novos reptos culturais. Um relatório recente mostra, todavia, a falta de diálogo que envolve a modernização dos papéis do homem no seio familiar, no local de trabalho e na sociedade da região em geral.

A era do streetwear

Até agora, o streetwear esteve circunscrito a um nicho de consumidores, na sua maioria jovens, em busca de autenticidade e de afirmação pessoal. No entanto, o código de vestuário da rua, marcado por sapatilhas e peças encapuzadas, depressa se assumiu como macrotendência que domina agora as passerelles de marcas como Givenchy, Vetements, Raf Simons e, mais recentemente, Louis Vuitton, que assinou uma parceria com um dos pesos-pesados do segmento, a Supreme.

Verão azul

Pedra basilar nos guarda-roupas femininos e masculinos – independentemente das estações e perfeitamente adaptável às tendências –, o denim é clássico e intemporal. Nesta estação quente, o tecido ganha renovada força, dominando não só o vestuário, mas também os acessórios e descendo inclusivamente até ao calçado.

Mulheres são subvalorizadas no trabalho

Um novo estudo reformula o conhecido Princípio de Peter – que sustenta que num sistema hierárquico todos tendem a ser promovidos até ao seu nível de incompetência – e afirma que, no mundo do trabalho, a maior parte das mulheres está subaproveitada e ocupa uma posição que está abaixo do seu nível de competência.

A idade como tendência

A moda sempre teve problemas com os números – dos tamanhos aos anos –, procurando, estação após estação, rostos novos e corpos magros capazes de materializar a sua busca constante pela eterna juventude. Porém, nos últimos tempos, a indústria tem sentido uma pressão crescente em torno da diversidade e os consumidores grisalhos começam a estar na linha de mira das marcas.

A infidelidade dos millennials

Uma pesquisa recentemente conduzida pela YouGov confirmou a falta de fidelidade às marcas entre os membros da geração milénio. Para a indústria da moda, os resultados do inquérito mostram quão complicado pode ser garantir o capital do segmento, mas revelam também algumas verdades surpreendentes sobre como influenciar este consumidor.

Geração Z compra pelos botões

Os retalhistas que ambicionam conquistar a atenção e a fidelidade da geração Z precisam de focar-se em vias alternativas de envolvimento. Este grupo demográfico está à procura de ferramentas digitais aprimoradas, como a capacidade de comprar diretamente através de plataformas sociais como o YouTube, Facebook, Instagram e Snapchat, de acordo com uma nova pesquisa.

Utopias de inverno

A estação fria do próximo ano ficará marcada por um maior desejo de ligação entre a vida física e digital e um novo equilíbrio entre a confiança nos dados empíricos e os nossos instintos. Perspetivas utópicas cada vez mais diferentes que estão a emergir e a condicionar o design para o outono-inverno 2018/2019.

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