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Quem é o consumidor de hoje?

Afinal, os millennials poderão não ser assim tão diferentes das gerações anteriores. Mais exigentes e altamente ligados às tecnologias, os mais jovens estão também sujeitos a maiores pressões do ponto de vista financeiro, o que acaba por afetar o modo como compram.

Os consumidores de 2021 – Parte 2

Criar novos mercados ou responder a necessidades de grupos menos representados, como os portadores de deficiência, e a desconfiança em relação à tecnologia e aos dados fazem parte das características de dois dos grupos de consumidores que marcas e retalhistas terão de ter em conta em 2021.

LGBT+ quer mais que o arco-íris

Numa altura em que as empresas se juntam às celebrações do mês do orgulho LGBT+, que se assinala em junho, aumentam as preocupações de que as marcas poderão estar a explorar as preferências sexuais dos cidadãos apenas com o objetivo do lucro.

Os consumidores de 2021 – Parte 1

Longe ainda do futuro de ficção científica imaginado há algumas décadas, a tecnologia e a evolução económica e social das diferentes regiões vão afetar a forma como as pessoas comprarão em 2021. Compressionalists, Kindness Keepers, Market Makers e Cyber Cynics são os quatro perfis de consumidores que se destacam.

Os destinos que inspiram o verão

Marraquexe, Bali, França, Montana, Japão, Los Angeles e Copenhaga são os destinos obrigatórios de viagem que inspiram as pesquisas dos consumidores para os seus guarda-roupas de verão, segundo a plataforma mundial de pesquisa Lyst. Em conjunto, inspiraram mais de 800 mil pesquisas este ano.

Ikea aposta em mobiliário robótico

Com as habitações a ficarem cada vez mais pequenas, a multinacional sueca vai lançar, em 2020, a linha de mobiliário Rognan, em parceria com a startup norte-americana Ori. A primeira peça de mobiliário inteligente, controlado por botões, integra vários elementos: o guarda-roupa, a cama e o sofá.

Alfas influenciam casa

A geração mais nova, que nasceu e cresceu com o digital, está a ter cada vez mais influência na casa. Da tecnologia à forma como os espaços estão organizados, os alfas estão no centro das decisões dos pais e, com isso, estão a mudar a forma como o lar é percecionado e vivido.

A moda será inclusiva e inteligente

Dos influenciadores criados em realidade virtual a uma maior abertura em relação à diversidade, são várias as tendências que irão definir o futuro da moda, segundo Geraldine Wharry. A analista de tendências apela às marcas que reflitam sobre qual será o seu papel num futuro que será marcado por crises climáticas.

Indústria no furacão das mudanças climáticas

As questões ambientais são o maior risco ao desenvolvimento global, segundo o Fórum Económico Mundial. As empresas têm, por isso, de repensar a forma como fazem negócio, nomeadamente na cadeia de aprovisionamento, para mitigar os efeitos das alterações climatéricas e continuar a prosperar.

O futuro da moda é digital e sustentável

Uma nova geração de consumidores está a ditar as regras e, por isso, o futuro da moda reside na capacidade das marcas serem tanto digitais quanto sustentáveis. Foi pelo menos esta a ideia defendida na conferência “O Futuro da Moda”, que decorreu ontem no Terminal de Leixões.

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