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Indústria no furacão das mudanças climáticas

As questões ambientais são o maior risco ao desenvolvimento global, segundo o Fórum Económico Mundial. As empresas têm, por isso, de repensar a forma como fazem negócio, nomeadamente na cadeia de aprovisionamento, para mitigar os efeitos das alterações climatéricas e continuar a prosperar.

O futuro da moda é digital e sustentável

Uma nova geração de consumidores está a ditar as regras e, por isso, o futuro da moda reside na capacidade das marcas serem tanto digitais quanto sustentáveis. Foi pelo menos esta a ideia defendida na conferência “O Futuro da Moda”, que decorreu ontem no Terminal de Leixões.

Casa ganha protagonismo

Com tudo disponível online, tornou-se mais fácil do que nunca responder às necessidades diárias sem sair de casa. Novas tecnologias e serviços a pedido estão a transformar radicalmente a casa, que acumula agora múltiplas funções, do entretenimento ao trabalho e bem-estar.

Moda sob domínio masculino

Apesar de o género feminino ser o que mais gasta em artigos de moda, as posições de liderança da maioria das empresas são ocupadas por homens, revela um novo estudo da PwC.

7 mudanças para 2021

Entre a evolução demográfica e económica do mundo, à adoção da tecnologia e divisão da internet, passando pelas alterações climáticas e pela escassez de recursos, são vários os desafios, mas também oportunidades, que se afiguram para os negócios em 2021.

Retalho do futuro mais próximo

O papel das lojas físicas está em mutação, impulsionado pelas mudanças nos comportamentos e expectativas dos consumidores. Formatos mais pequenos, experiências, inteligência artificial e pagar sem parar são apenas alguns dos conceitos inerentes àquelas que constituirão o retalho do futuro.

Chineses ignoram estereótipos de género

Os consumidores digitais do país asiático estão cada vez mais alheios às questões de género no que toca às preferências de moda, segundo um novo relatório da plataforma de comércio eletrónico Taobao.

Quer saber como será o consumidor de 2020?

A próxima década continuará a ser disruptiva para o consumo, com o comportamento dos consumidores e as suas expectativas para com as marcas, produtos e serviços a serem cada vez mais elevadas, independentemente do perfil – Ativistas Locais, Imperfecionistas ou Aumentalistas – de cada um.

Ideias para o futuro

Numa sociedade polarizada, as reações são cada vez mais emocionais e defensivas e os avanços tecnológicos criam oportunidades mas também receio entre os consumidores, pela falta de privacidade e manipulação da informação. Este ano, contudo, será o primeiro em que novos conceitos vão impulsionar a mudança.

Os amores e desamores da Geração Z

Nike, Amazon ou Vans são algumas das principais preferências dos adolescentes norte-americanos. Entre o tempo que passam nas redes sociais, do Snapchat ao Instagram, ou a ver vídeos online, na Netflix e no YouTube, os mais jovens continuam a preferir gastar dinheiro em artigos de moda e produtos alimentares.

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