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Olicargo amplia capacidade e mercados

A empresa acaba de inaugurar a nova plataforma de Lisboa Norte, com o reforço de 16.000 m2 dedicados à logística contratual, e expandir, em mais 15.000 m2 de armazém, o centro logístico da Trofa. Consolidar a estratégia de internacionalização é também uma prioridade para a Olicargo.

Do consumidor para a indústria

As mudanças na sociedade estão a impulsionar alterações nos hábitos de consumo que, por sua vez, estão a obrigar a uma evolução do retalho. Fatores aos quais a indústria terá de se adaptar para prosperar no futuro.

Ordem para reciclar

Mais do que uma tendência, a reciclagem têxtil vai tornar-se uma obrigação, à qual as empresas portuguesas, como a Filasa, a Somelos, a Lurdes Sampaio, a Borgstena, a Salgado & Neto e a Valérius estão a responder com o desenvolvimento de novas soluções e com a integração deste tipo de produto nas suas coleções.

Polopiqué dá escala à Recover

A empresa portuguesa assinou um acordo de vários anos com a empresa de ciência dos materiais que vai permitir a esta última escalar a sua fibra de algodão reciclado. Sob o acordo, a Recover irá aproveitar a infraestrutura vertical de produção e a rede industrial da Polopiqué para criar novos acordos com marcas e retalhistas.

Prioridades estratégicas

Para esta década, a ATP aponta sete prioridades estratégicas, onde se enquadram a sustentabilidade e a digitalização, mas também a capitalização, a diferenciação, a cooperação, a capacitação dos recursos humanos e a internacionalização.

Escola de Engenharia da UMinho celebra 46 anos

Para comemorar a efeméride, a Escola de Engenharia da Universidade do Minho realiza hoje uma sessão no campus de Azurém, que inclui a palestra “Liderar é Servir” com a participação de Luís Portela, a entrega de prémios e diplomas e ainda as intervenções do reitor da Uminho e do presidente da EEUM.

Sustentabilidade norteia Vilartex

A produtora de malhas mantém-se fiel aos materiais mais amigos do ambiente, prosseguindo a estratégia iniciada há vários anos e que tem vindo a dar frutos. A nova coleção está a ser apresentada em feiras e digitalmente, mas, apesar do regresso das marcas à Europa, a falta de matérias-primas afigura-se um entrave para a Vilartex.

Ponto de partida

Depois de um crescimento constante ao longo de uma década, o covid-19 afetou fortemente a indústria têxtil e vestuário portuguesa, que, apesar de algumas fragilidades que necessita ultrapassar, tem forças e oportunidades a seu favor.

Seis meses «excelentes» na Chargeurs

O grupo francês teve a segunda melhor performance semestral desde 2015, com um crescimento de 11,6% face ao período homólogo de 2019, para um volume de negócios de 372,4 milhões de euros, colocando-o bem posicionado para cumprir o objetivo de atingir 1,5 mil milhões de euros em 2025.

Desafios para uma década

Os custos de contexto, como a energia, as novas imposições dos consumidores e da legislação europeia sobre sustentabilidade são alguns dos desafios que a indústria têxtil e vestuário terá de ultrapassar para continuar a crescer até 2030.