Vestuário

Início Notícias Vestuário

Continente digital

O Velho Continente tem sabido acompanhar a imersão dos consumidores de moda no universo online e vê-se rejuvenescido a cada nascimento de startups. A Europa ocupa a primeira fila da inovação tecnológica desta indústria e o contributo português – via Farfetch e, recentemente, Chic by Choice – é um dos mais relevantes.

Acelerar a fast fashion

A nova estratégia da Mango apresenta-se como o próximo passo da fast fashion: lançamento quinzenal de novos produtos já a partir de fevereiro de 2016, o fim dos catálogos impressos e um novo compromisso com a investida digital. Quem será capaz de acompanhar a retalhista espanhola?

A força do digital

A estamparia digital veio dar uma pincelada de tinta fresca à moda ao permitir a produção de pequenas quantidades sem o recurso às matrizes ou cilindros da estamparia convencional. Numa era onde o céu é o limite para a imaginação, passou a ser possível alargar o número de padrões e cores da indústria têxtil e vestuário.

Marcas imortais

Cansados de produtos que, em pouco tempo, ficam fora de moda ou se estragam, cada vez mais consumidores procuram produtos com um ciclo de vida mais alargado, dando preferência a designs intemporais, artigos que possam ser reparados e, até, etiquetas digitais que guardam memórias.

O pódio da rede

A L2, uma empresa americana de benchmarking que desenvolve anualmente relatórios sobre as tendências nas performances das marcas nas diferentes plataformas digitais, revelou recentemente o seu Fashion Index. Este ano, a Burberry ocupou o pódio, ainda que sem surpresa, arrecadando a classificação de “Genius” (génio).

Material genético irreverente

A Mysson nasceu em 2014 fruto de um investimento com capitais próprios de Mafalda e Bruna Alves, gémeas de 27 anos que partilham, além do apelido, o gosto pela moda. A marca de vestuário feminino ramifica-se em coleções de pronto-a-vestir e numa linha “made-to-measure”, com peças feitas por medida, ambas marcadas por uma expressão irreverente.

A verdade do “made in UK”

A eventualidade do regresso da produção têxtil e de vestuário ao Reino Unido tem sido tema de debate contínuo. Embora a formação, o custo e a conformidade sejam fatores importantes a considerar, o consenso determina que, apesar da possibilidade de produzir localmente, esta deverá ocorrer a uma escala significativamente menor do que no passado.

Fast fashion de passagem?

Os compradores experientes distinguem as peças de vestuário da Gap, Ralph Lauren e Abercrombie & Fitch imediatamente. Porém, de acordo com o mercado de...

Um casamento feliz

O vestuário da Bus Urban Wear aliou-se ao calçado da Nobrand na campanha da marca de moda denim para esta estação fria. E o resultado é um elogio gráfico a duas fortes indústrias nacionais de tradição passada, que tão bem conjugam a inovação presente para criar uma nova portugalidade capaz de ganhar mundo.

Historial de luxo

Os números da Farfetch não poderiam ser mais redondos. A startup de José Neves soma 300 lojas, mais de 2 mil designers, clientes em cerca de 190 países e uma avaliação em mil milhões de dólares no primeiro trimestre deste ano. Em paralelo, o “unicórnio” da indústria fomenta ainda colaborações com museus e a celebra o Natal na rede.

Mais vistas