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Certificações marcam pontos

As certificações, relacionadas com a sustentabilidade ambiental, a responsabilidade social ou a qualidade dos produtos, tornaram-se obrigatórias para a indústria têxtil e vestuário. Conheça as soluções deste âmbito propostas pela Tratave, Apcer, Bluesign e CITEVE.

Desde 1998 que a Tratave é a empresa responsável pela drenagem e tratamento das águas residuais entregues pelos utilizadores do Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave. «Este trabalho, em parceria com as indústrias, principalmente a indústria têxtil, é um contributo essencial para a sustentabilidade da região e a preservação dos seus recursos hídricos», aponta a empresa na publirreportagem Certificar para Ganhar, publicada na edição de junho do Jornal Têxtil, que sublinha que este trabalho foi «fundamental na despoluição da bacia do Ave», de que é prova «a atribuição de bandeiras azuis» nas praias junto à foz do rio, em Vila do Conde.

Já Apcer está a apresentar o serviço Covid Safe, pensado para «todas as organizações de qualquer sector de atividade e dimensão» que «permite verificar no local a eficaz implementação de procedimentos e práticas de segurança e saúde», refere a Associação Portuguesa de Certificação. As verificações em relação às orientações da Direção-geral de Saúde, da Autoridade da Concorrência e do Trabalho e da Organização Internacional do Trabalho «são efetuadas de forma independente, por profissionais com experiência comprovada» e garantem agilidade na criação de condições seguras para a retoma da atividade, identificação dos pontos críticos e «confiança na adequação e fiabilidade das práticas de saúde e segurança no trabalho».

A Bluesign, por seu lado, realça os 20 anos a «fornecer soluções com base em serviços que ajudam a indústria a ter uma produção responsável em todo o mundo». Na publirreportagem Certificar para Ganhar, a empresa apresenta o conceito Blue Way, uma forma de pensar que abrange melhorias nos recursos e utilização de químicos para reduzir emissões e resíduos e «criar um impacto positivo e têxteis melhores».

Também o CITEVE destaca a sua capacidade de certificação no âmbito do rótulo Oeko-Tex, assim como a certificação de produtos têxteis, nomeadamente a marcação CE de equipamentos de proteção individual, incluindo vestuário de proteção e máscaras, e «a avaliação de conformidade de peça confecionada, material têxtil e não têxtil e acessórios, não sujeitos a regulamentação obrigatória».

Fique a par destas e outras soluções no suplemento Certificar para Ganhar, que integra a edição de junho do Jornal Têxtil.