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China com crescimento de 597,26% no mercado indiano

Ao longo dos últimos cinco anos, a China evidenciou-se como o principal fornecedor de têxteis para o mercado indiano, com as suas exportações a registaram uma subida de 597,26%, evoluindo dos 78,71 milhões de dólares registados no ano fiscal 2000/01 para os 548,81 milhões de dólares em 2004/05. Estes dados foram divulgados pela associação das câmaras de comércio e indústria da Índia e referem-se ao ano fiscal indiano, o qual tem início no dia 1 de Abril e termina a 31 de Março. O estudo realça que do total das importações têxteis indianas registadas em 2000/01, cifradas em 597,74 milhões de dólares, a quota da China foi de 78,71 milhões de dólares. Considerando o período de 2004/05, o valor das importações chinesas evoluiu para os 548,81 milhões de dólares de um total de 1.502, 50 milhões de dólares, o que representa uma subida de 597,26%. Em termos percentuais, o peso da China nas importações indianas de têxteis passou dos 13,17% em 2000/01, para os 36,53% em 2004/05. De acordo com o presidente da ASSOCHAM (Associated Chambers of Commerce and Industry of India), Anil K. Agarwal, o aumento das exportações chinesas de têxteis com destino à Índia deve-se à quebra de preços registada durante o período em causa, da qual a China beneficiou significativamente tendo por base os elevados níveis de produção. O estudo refere ainda que durante os primeiros nove meses após a eliminação das quotas, as exportações indianas de têxteis registaram uma quebra de 10,1% para os 4,7 mil milhões de dólares, enquanto que as exportações de vestuário registaram uma quebra de 1,8% para os 5 mil milhões de dólares. Analisando com base no mercado de destino, as exportações indianas de têxteis e de vestuário para a União Europeia (UE) durante o período de Janeiro a Setembro de 2005 foram responsáveis por 35,3% das exportações indianas de têxteis, registando uma ligeira evolução de 3,7% para os 3,4 mil milhões de dólares. Durante o mesmo período de tempo, as exportações indianas de têxteis e de vestuário com destino aos EUA registaram uma subida de 24,2%.