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Ciba manteve-se dentro das expectativas

O grupo suíço Ciba mostrou um grande ressalto em 2001. O líder mundial em corantes e químicos para a indústria têxtil apresentou uma pequena descida nos rendimentos apesar dos compradores têxteis terem sido confrontados com o abrandamento económico. As vendas dos “efeitos têxteis”, da divisão têxtil da Ciba, caíram 9% para 1.1 mil milhões de euros. A descida nas vendas apresentadas é parcialmente devido ao fortalecimento do franco suíço. Na moeda local, os rendimentos tiveram uma queda de somente 6%. «O volume decresceu 5% enquanto que as reduções de preço estavam limitadas a 1% como resultado de uma contínua concentração do segmento no crescimento lucrativo das vendas», afirmou o porta-voz da Ciba numa declaração. O negócio esteve particularmente difícil no sector das lãs, adiantou o grupo. Contudo, a venda de têxteis químicos não baixou no que respeita a termos de moeda local. Graças aos melhoramentos da produtividade, o EBITDA manteve-se nos 14,8% das vendas (14,9% em 2001), descendo cerca de 9.8% para 168.5 milhões de euros. Os “efeitos têxteis” da Ciba lançaram nada mais nada menos do que 48 novos produtos no ano passado, afirmou o grupo, incluindo novas tintas para impressoras a jacto de alta velocidade sem requererem preparação na fábrica. Para expandir as suas vendas na área da Ásia, a Ciba abriu um novo centro de produção na China, que incluem instalações de apoio técnico e um centro de formação. Situada em Panyu, a fábrica emprega cerca de 100 funcionários e produz 20 produtos diferentes.