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Conjuntura do 1.º trimestre

Desenvolvido em conjunto pelo CENIT – Centro de Inteligência Têxtil) e a ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, o Inquérito de Conjuntura CENIT/ATP é direcionado às empresas da Indústria Têxtil e Vestuário de Portugal e tem por objetivo recolher informação relevante, que permita caracterizar e acompanhar os principais indicadores para os sectores têxtil e vestuário. A edição do Inquérito de Conjuntura, cujos resultados são aqui divulgados de forma resumida, focalizou o 1.º trimestre de 2013 e as expetativas das empresas para o 2.º trimestre de 2013. De ressalvar que os resultados não são representativos da população. Com base nas respostas consideradas no âmbito do Inquérito de Conjuntura CENIT/ATP realizado em relação ao 1.º trimestre de 2013, relativamente à perceção do estado de negócios da empresa, foi registada uma proporção de 73% de respostas positivas (26% a classificar o trimestre como bom e 47% como suficiente). Em termos da comparação em cadeia (4.º trimestre de 2012), uma proporção de 60% das respostas apontou no sentido de que o trimestre foi melhor (33% das respostas recebidas) ou igual (27%) ao anterior. Na comparação com o período homólogo do ano anterior (1.º trimestre de 2012), foi registada uma proporção de 47% de respostas a indicar que o estado de negócios da empresa foi melhor e uma proporção de 23% a indicar que permaneceu igual. Relativamente às perspetivas para o estado dos negócios em geral no 2.º trimestre de 2013, uma proporção de 74% das respostas foi no sentido de que será melhor (32%) ou igual (42%) ao 1.º trimestre de 2013. Ao nível da evolução da produção no 1.º trimestre de 2013, as respostas evidenciaram uma tendência diversificada na comparação em cadeia com o período anterior (4.º trimestre de 2012) e uma tendência positiva na comparação homóloga com igual período do ano anterior (1.º trimestre de 2012). Na comparação com o trimestre anterior (4.º trimestre de 2012), as respostas ficaram divididas em igual proporção (27%) ao nível do aumento, estabilização e diminuição da produção. Relativamente à comparação com o período homólogo (1.º trimestre de 2012) a maioria das respostas foi no sentido do aumento da produção (42%), seguido pela diminuição (24%) e a estabilização (15%). No que se refere às perspetivas para a evolução do volume de produção no 2.º trimestre de 2013, a maioria das respostas aponta no sentido do aumento (35%) ou da estabilização (26%). Relativamente à evolução do volume de negócios no 1.º trimestre de 2013, a maioria das respostas foi no sentido do aumento, quer ao nível da comparação em cadeia (4.º trimestre de 2012) quer da comparação homóloga (1.º trimestre de 2012). Na comparação com o trimestre anterior (4.º trimestre de 2012), a maioria das respostas foi no sentido do aumento do volume de negócios (38%), seguido pela diminuição (36%) e a estabilização (21%). Relativamente à comparação com o período homólogo (1.º trimestre de 2012) a maioria das respostas foi no sentido do aumento da produção (48%), seguido pela diminuição (30%) e a estabilização (17%). Em termos da evolução do volume de negócios por mercado de destino, verificou-se uma tendência das respostas no sentido do aumento do volume de negócios no mercado Intra-UE27, quer ao nível da comparação em cadeia (4.º trimestre de 2012) quer da comparação homóloga (1.º trimestre de 2012). Na comparação da evolução do volume de negócios com o trimestre anterior (4.º trimestre de 2012), a maioria das respostas ao nível do mercado interno foi no sentido da estabilização (28%) ou da diminuição (28%) do volume de negócios. No mercado Intra-UE27, a maioria das respostas indicou o aumento (40%) do volume de negócios, seguido pela diminuição (27%) e a estabilização (17%). Relativamente ao volume de negócios no mercado Extra-UE27, as respostas foram maioritariamente no sentido do aumento (23%), seguido pela estabilização (21%) e a diminuição (12%). Na comparação da evolução do volume de negócios com o trimestre homólogo do ano anterior (1.º trimestre de 2012), a maioria das respostas ao nível do mercado interno foi no sentido da diminuição (33%) ou do aumento (26%) do volume de negócios. No mercado Intra-UE27, a maioria das respostas indicou o aumento (39%) do volume de negócios, seguido pela diminuição (30%) e a estabilização (18%). Relativamente ao volume de negócios no mercado Extra-UE27, as respostas foram maioritariamente no sentido da estabilização (26%), seguida pelo aumento (19%) e a diminuição (13%). Em termos da tendência prevista para a evolução do volume de negócios no 2.º trimestre de 2013, a maioria das respostas foi no sentido do aumento (41%), seguido pela estabilização (33%) e a diminuição (26%). Relativamente às expectativas por mercado de destino, no mercado interno a maioria das respostas foi no sentido da estabilização (33%), seguida pela diminuição (30%) e o aumento (20%). Ao nível do mercado Intra-UE27, a maioria das respostas apontou no sentido do aumento (33%), seguido pela estabilização (30%) e a diminuição (21%). Em relação ao mercado Extra-UE27, foi registada uma grande proporção de respostas não aplicável (38%), ficando a estabilização como a resposta indicada por maior número de empresas (33%), seguida pelo aumento (20%) e a diminuição (9%). Em termos da evolução dos preços de venda no mercado nacional ao longo do 1.º trimestre de 2013, a perceção das respostas foi principalmente no sentido da estabilização (61%) dos preços em relação ao trimestre anterior. Esta perceção no sentido da estabilização ficou também patente ao nível dos mercados externos (72%). De salientar também que a diminuição dos preços ficou em evidência ao nível do mercado nacional (16%) e do mercado externo (10%). Em relação ao 2.º trimestre de 2013, a perspetiva aponta fundamentalmente no sentido da estabilização dos preços no mercado nacional (68%) e no mercado externo (77%). Ao nível da evolução do número de pessoas ao serviço, registou-se no 1.º trimestre de 2013, relativamente ao trimestre anterior, uma tendência generalizada das respostas no sentido da estabilização (52%) ou do aumento (27%). No que se refere às perspetivas para o 2.º trimestre de 2013, as respostas apontam fundamentalmente no sentido da estabilização (71%) ou do aumento (15%) do número de pessoas ao serviço. Relativamente ao 1.º trimestre de 2013, o principal obstáculo à produção/vendas identificado pelas empresas participantes (escolha múltipla de três obstáculos) foi a insuficiência da procura, quer ao nível externo (47%) quer ao nível nacional (45%). As dificuldades de financiamento (39%) e as dificuldades de tesouraria (36%) surgiram na terceira e na quarta posição, respetivamente. Relativamente às perspetivas para o 2.º trimestre de 2013, as respostas mantêm a mesma ordem ao nível dos obstáculos, nomeadamente: insuficiência da procura ao nível externo (48%) e nacional (44%), dificuldades de financiamento (41%) e dificuldades de tesouraria (36%). Aproveitamos para apelar à participação de todas as empresas da Indústria Têxtil e Vestuário no Inquérito de Conjuntura CENIT/ATP relativo ao 2.º trimestre de 2013. Para tal basta clicar aqui.