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Desvios de verbas leva presidente da Câmara a tribunal

O caso remonta a 1990, quando a Sinditex concorreu aos fundos do PEDIP, no âmbito do programa do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias empresas e ao Investimento (IAPMEI). Nesta altura, o presidente da Câmara de Espinho, José Mota foi acusado de desviar fundos do estado e falsificado documentos, juntamente com mais seis arguidos, que se sentam no banco dos réus com ele. O julgamento iniciou-se ontem e José Mota terá que responder pelos crimes de falsificação do número de membros do sindicato, que contava com 18 mil inscritos tendo o dirigente apresentado 45 mil membros nos dossiers de candidatura que apresentou nos subsídios apresentados ao IAPMEI. No decorrer deste processo vai-se tentar provar que as verbas atribuídas às acções de formação profissional não terão sido aplicadas na totalidade com este fim, suspeitando-se que o dinheiro em questão terá sido aplicado no património do sindicato.