Indústria no século XXI

Nº 226 | Março 2018
Seja nas intervenções e inovações que marcaram a iTechStyle Summit, seja na impressão digital que revolucionou o negócio do designer britânico Richard Quinn, há cada vez mais exemplos de que a indústria têxtil, de vestuário e de moda está com os pés bem assentes no século XXI.
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A edição de março do Jornal Têxtil divide-se, em grande parte, entre a revolução antecipada na iTechStyle Summit de 2018 e na ascensão de Richard Quinn, um jovem que está a ascender ao olimpo dos grandes designers internacionais.

No evento organizado pelo Citeve, que cresceu em público e importância nesta edição, foram muitos os oradores que trouxeram aquilo que se pensava ser o futuro já para o presente. Relembramos os momentos-chave da iTechStyle e algumas das intervenções mais marcantes das principais entidades dedicadas à investigação, nacionais e internacionais – como a Universidade do Minho, a Universidade do Porto, o CeNTI, o Citeve, o Centexbel e o IFHT - Institut Français du Textile et de l’Habillement – mas também de empresas como a Sonae, a Tintex, a TMG Automotive, a Adidas, a Hugo Boss, entre muitas outras.

Dentro ainda do espírito da iTechStyle Summit, Fernando Merino, diretor de inovação da ERT, desvenda em entrevista alguns dos projetos em que o grupo de São João da Madeira está a trabalhar, nomeadamente nas áreas da saúde e economia circular.

Já Richard Quinn fez uma parceria com a Epson e o trabalho criativo que tem realizado tem-lhe valido o reconhecimento internacional, tendo mesmo recebido um prémio das mãos da Rainha Isabel II de Inglaterra. O Jornal Têxtil esteve em Londres a acompanhar um evento da Epson (que cinco dias antes esteve na feira portuguesa Portugal Print Packaging e Labeling) e falou com o jovem designer, que, além da sua marca própria, está a criar um negócio à volta da estamparia.

Mas há mais notícias para ficar a par nesta edição do Jornal Têxtil. Um projeto de investigação promovido pela Sedacor em parceria com a Têxteis Penedo, o Citeve e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto deu origem a uma linha piloto de produção de um fio com elevada incorporação de cortiça que traz novas características interessantes não só para utilização nos têxteis-lar mas também noutras áreas. A Têxteis Penedo, de resto, mantém a tónica na investigação e apresentou igualmente o projeto LEDinTEX – realizado em parceria com o Citeve e o CeNTI – que deverá transformar-se em breve num negócio de um milhão de euros.

A Riopele, por seu lado, celebrou 90 anos com um open-day onde mostrou alguns dos seus projetos de I&D, a Cuddle Home “recrutou” Katty Xiomara para criar a sua primeira coleção de têxteis-lar, a Twintex renovou o Estatuto de Interesse Estratégico para a Economia Nacional e a nova marca portuguesa Misci está a expandir-se no mercado nacional e internacional.

Fazemos ainda o balanço das feiras Texworld e da Apparel Sourcing, que voltaram a atrair milhares de compradores a Paris, e um périplo pelas marcas de vestuário infantil com preocupações sustentáveis, como a Play Up, Barn of Monkeys, Huggee e Naturapura.

Não perca ainda a reportagem dos dois grandes eventos da moda nacional de autor – a ModaLisboa e o Portugal Fashion –, os números do barómetro do CENIT e as novidades da CHT e da CFT2000 no suplemento Química das Empresas.

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