O trunfo do “made in”

Nº 185 | JUNHO 2014
A nova ronda de discussões no seio das instituições da União Europeia para a imposição do “made in” nas etiquetas de têxteis e vestuário poderá dar a origem a nova legislação já no próximo ano, o que deverá trazer benefícios para países produtores como Portugal.
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“Made in the EU” ou “made in” seguido do nome do país deverá ser a única escolha que marcas e retalhistas terão de fazer a partir de 2015, com a imposição da obrigatoriedade do país de origem nas etiquetas cada vez mais perto de se tornar uma realidade.

Em antecipação a esta nova legislação, conheça a situação atual em países como Itália, França, Reino Unido e EUA e a opinião de algumas das empresas portuguesas sobre o assunto, incluindo a Mundotêxtil, uma das precursoras da utilização do “made in Portugal”, como explica o administrador Rogério Matos em entrevista.

Inovação, qualidade e capacidade produtiva “made in Portugal” é algo que, de resto, não falta a esta edição de junho do Jornal Têxtil, numa verdadeira ode à vitalidade do sector, com novos investimentos, como os da Paulo de Oliveira, bons resultados como os da Riopele, Fateba, Indústria Têxtil do Ave-Continental e Sorema, novas estratégias, como na Alda Têxteis e na A. Ferreira, e reforço das apostas no comércio eletrónico, como na Impetus.

Fique ainda a conhecer as tendências criativas para o outono-inverno 2015/2016, apontadas pelo gabinete de tendências WGSN e o que têm feito empresas estrangeiras como a Hugo Boss, a Lectra, a JC Penney, a Performance Textiles e a Woolmark para se manterem competitivas no mercado global.

A pensar na internacionalização, fique a par dos principais certames do sector, quer os que já passaram, como a Tissu Premier Collections, como os que estão para breve, como a Intertextile Shanghai Home Textiles, a CPM – Collection Première Moscow e a Intertextile Shanghai Apparel Fabrics.

Os mercados e a conjuntura, nacional e internacional, também não foram esquecidos, assim como as novidades que estão a chegar ao mercado, como a nova fibra Eurocel e as fronhas da Textils Mora com tecnologia de vestuário de performance, e os passos revolucionários no campo da investigação, com matérias-primas alternativas que poderão alimentar a produção de fibras de carbono no futuro, a ascensão dos wearables, a utilização de não-tecidos na agricultura e até as experiências com têxteis do projeto Spacetex que vão ser feitas na Estação Espacial Internacional.

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