Ordem para reciclar

Nº 264 | Setembro 2021
Mais do que uma tendência, a reciclagem têxtil vai tornar-se uma obrigação, à qual as empresas portuguesas, como a Filasa, a Somelos, a Lurdes Sampaio, a Borgstena, a Salgado & Neto e a Valérius estão a responder com o desenvolvimento de novas soluções e com a integração deste tipo de produto nas suas coleções.
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Com os temas da economia circular a dominarem as preocupações de consumidores, políticos e empresários, a reciclagem tem assumido maior notoriedade, e diversas empresas dentro e fora de Portugal estão a procurar soluções capazes de trazer valor acrescentado à indústria têxtil e vestuário.

Nesta edição de setembro, conheça alguns desses exemplos, desde os desenvolvimentos internacionais, de empresas como a Infinited Fiber Company, Södra e Renewcell, que estão a ser adotados pelas grandes marcas e retalhistas, da fast fashion ao luxo, mas também dos avanços realizados a nível nacional pela Filasa, Somelos, Lurdes Sampaio, Borgstena, Salgado & Neto e Valérius.

A sustentabilidade, de resto, faz parte das notícias do sector, com a aposta em fibras feitas a partir da palha de arroz, um novo recorde na colheita de algodão orgânico e a rastreabilidade do cânhamo, o mesmo acontecendo com a inovação, como dá provas a Fitexar, com um projeto que envolve óleos essenciais, e a Coats, que criou uma linha de costura biodegradável.

Numa altura em que as empresas querem voltar às feiras físicas, como mostrou o mais recente estudo da Messe Frankfurt, há ainda espaço para o universo virtual, como prova o showroom digital da Chargeurs e o investimento da Heimtextil para digitalizar os materiais inovadores da Future Materials Library, que damos a conhecer nesta edição. Já o Modaris Expert, a solução de modelagem da Lectra, tem cada vez mais fãs, como é o caso da Érius.

No Jornal Têxtil de setembro pode ainda saber que empresa de meias decidiu instalar-se em Portugal, conhecer o projeto Valornature – que junta dezenas de entidades para valorizar subprodutos agroflorestais, marinhos e extrativos em áreas-chave da economia, como automóvel, aviação, naval, construção e desporto – e acompanhar os mercados mais relevantes, desde a economia portuguesa e as exportações nacionais de têxteis e vestuário, às matérias-primas como o algodão e a lã, passando ainda por segmentos como os não-tecidos.

A área dos transportes e logística, que assume uma importância crescente para o sector, está igualmente em destaque nas notícias, com a Olicargo a inaugurar uma nova plataforma logística, em Lisboa, e a Garland a reorganizar-se para crescer no futuro.

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