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Empresas familiares: A problemática da transmissão

Analisar os problemas que as empresas enfrentam no momento da transmissão do poder e apresentar algumas soluções é o que se pretende com o seminário subordinado ao tema “Empresas familiares: A problemática da transmissão”, promovido pela Oficina da Inovação. Este evento, agendado para hoje, a partir das 14h.30m, no Auditório do Idite-Minho, conta com as intervenções do presidente da Oficina da Inovação, Leonardo Silva, do vice-presidente da AIMinho, Paulo César Guimarães, do secretário-geral da Cep – Confederação dos Empresários de Pontevedra, Ramon Boa, do director do Master de Empresas Familiares da Universidade de Vigo, Miguel Crespo e do director-geral do BIC da Galiza. Carlos Pérez de Vega. As empresas familiares representam uma parcela considerável da estrutura empresarial nacional e europeia. Em Portugal, 80% das empresas são de natureza familiar e representam 24% da facturação. Números estes que se mantêm à escala da União Europeia, onde mais de 70% das empresas são detidas e dirigidas por famílias, gerando cerca de 60% do PIB da UE. De resto, a UE tem-se mostrado preocupada com os problemas que as empresas familiares enfrentam no momento da transmissão, para o qual tem procurado encontrar soluções para estes problemas. De acordo com um estudo realizado pela Direcção-Geral da Empresa da Comissão Europeia, realizado no Verão de 2002, aproximadamente um terço das empresas terá que ser transmitida à geração seguinte durante a próxima década, afectando assim 610 mil pequenas e médias empresas e, potencialmente, 2,4 milhões de postos de trabalho. Deste modo, este seminário propõe-se debater as problemáticas relacionadas com este tema e as possíveis opções a serem assumidas pelos empresários.