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frica do Sul aguarda melhor produção têxtil

Apesar de confrontada com várias dificuldades, a indústria de têxteis e vestuário da África do Sul espera uma melhoria no futuro próximo, graças ao novo tratado preferencial dos Estados Unidos, o AGOA (African Growth and Opportunity Act). Sob o tratado de AGOA, o vestuário da África do Sul pode entrar livremente em território americano, sendo este fornecido por fios e tecidos feitos nos Estados Unidos ou materiais têxteis manufacturados em outros países pertencentes ao tratado AGOA. As importações de vestuário dos Estados Unidos a partir da África do Sul subiram 27.61% de Janeiro a Novembro para 190 milhões de euros. Em 2000, tinham já crescido 46%. Apesar dos exportadores da África do Sul continuarem a antecipar uma vaga em carregamentos sob o tratado de AGOA, eles apenas representam 22% do total de exportações dos EUA no período compreendido entre Janeiro e Novembro. Este nível relativamente baixo, deve-se em parte à exclusão de certos tipos de vestuário que beneficiam do AGOA, incluindo vestuário de malha. Por exemplo, aos fabricantes de sweaters não lhes agrada a entrada isenta de impostos devido à exclusão destes produtos. A África do Sul, juntamente com as Maurícias e a Botswana, é o principal produtor de roupa de malha da região. A modificação do tratado de AGOA foi já aprovado pela Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, e vai agora ser examinada pelos Senadores. Se for aprovada no Congresso dos EUA, a nova versão desta lei vai incluir vestuário de malha, na lista dos produtos beneficiários do AGOA.