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Garland aumenta parque logístico

Depois da abertura do parque do Centro Logístico de Valadares, a operar há um mês, a Garland Logistics aumentou este ano a sua capacidade logística em 61%, dispondo agra de 148 mil metros quadrados. A empresa espera, despois desta ampliação, atingir um crescimento do volume de negócios na ordem dos 40%.

Centro Logístico de Valadares [©Garland]

O Grupo Garland tem vindo a aumentar o seu parque logístico para dar resposta ao boom do comércio eletrónico e à crescente procura por serviços logísticos de outsourcing, que a atual crise veio ainda impulsionar. A Garland Logistics, a empresa do grupo dedicada a esta área, passou este ano de um parque com 91,500 mil para 148 mil metros quadrados, distribuídos por centros logísticos em Cascais (7 mil m2), Aveiro (35,5 mil m2), Vila Nova de Gaia (85,5 mil m2) e Maia (14mil m2). Em curso está também a expansão no centro-sul do país, segundo a empresa, que deverá anunciar novidades até ao final do ano.

Para o corrente ano, «perspetiva-se um crescimento significativo do negócio, na ordem dos 40%, fruto desta expansão bem-sucedida da capacidade da armazenagem e da correspondente angariação de clientes. É sem dúvida um ano importante de afirmação da Garland Logistics no mercado nacional da logística, onde detém um dos maiores parques logísticos e é, inequivocamente, uma das principais referências», antecipa Ricardo Sousa Costa, administrador do grupo e CEO da especialista em logística.

A funcionar há cerca de um mês está o Centro Logístico de Valadares, o terceiro armazém da empresa em Vila Nova de Gaia. Com 38 mil metros quadrados de superfície coberta, trata-se do maior, mais recente e moderno centro logístico da Garland Logistics. Agosto último foi dedicado ao enchimento inicial das instalações, realizado num ritmo de elevada intensidade, mobilizando meios numa cadência de mais de 70 camiões por dia.

«No primeiro mês de atividade, já foram rececionadas cerca de 50 mil paletes, representando 50% da capacidade do centro», revela o CEO, que adianta que as operações requereram a contratação direta de 40 pessoas, ou seja, 40% da necessidade futura prevista. No total, deverão ser admitidos 100 colaboradores fixos, mas os postos de trabalho indiretos poderão chagar a 200.

«A abertura do Centro Logístico de Valadares assenta numa lógica de consolidação de stocks para assegurar uma maior disponibilidade aos clientes e fornecedores, minimizando os movimentos e os leads time associados na cadeia de abastecimento nacional dos mesmos», explica Ricardo Sousa Costa.

[©Garland]
Construção avançada

Representando um investimento de 30 milhões de euros, o Centro Logístico de Valadares, que está implementado num terreno com cerca de 100 mil metros quadrados, junto ao nó de Arcozelo, entre a A44 e a A29, incorpora as mais avançadas tecnologias de segurança, nomeadamente um modelo de sprinklagem FM approved, um sistema completo de deteção e combate de incêndios, desenfumagem, CCTV, controlo de acessos e intrusão e ainda bacias de retenção, o que «garante à Garland uma posição de liderança na oferta logística ao mercado nacional», afirma o o também administrador.

A construção do edifício obedeceu a todas as boas práticas de inovação e sustentabilidade ambiental e energética para fazer deste um empreendimento logístico de última geração. Com o objetivo de se tornar um dos primeiros centros logísticos em Portugal com certificação internacional BREEAM New Construction, o projeto seguiu um plano exigente, com validações por vários intervenientes, incluindo apertadas regras de segurança e de sustentabilidade ambiental.

O piso é de alta planimetria, o que possibilita «uma circulação otimizada e segura» dos equipamentos de movimentação». «Há 44 cais desnivelados de vários tipos, incluindo telescópicos, de forma a permitir a adaptação a qualquer tipo de veículos; iluminação LED em linhas programáveis com sensores de presença, proporcionando uma otimização dos consumos de eletricidade, acrescida de uma grande preocupação em maximizar a iluminação zenital; painéis fotovoltaicos para autoconsumo e postos de carregamento para viaturas elétricas», aponta a empresa.