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Garland premiada

O projeto, inaugurado em janeiro deste ano pelo Presidente da República, e que representou um investimento global de 8 milhões de euros, dispõe das mais avançadas soluções tecnológicas utilizadas neste setor, de forma a suprir a lacuna de infraestruturas com esta dimensão no norte do País. Para Bruce Dawson, presidente do conselho de administração do Grupo Garland, «este galardão é o reconhecimento de um projeto ambicioso e de enorme qualidade, rigorosamente concebido a pensar na satisfação dos nossos clientes e na dinamização do seu negócio, através de uma maior eficiência de custos. É também o símbolo da capacidade da Garland de, em tempos de adversidade, mostrar sinais de confiança no futuro». Da responsabilidade da construtora Garcia & Garcia e com projeto de arquitetura da responsabilidade de Sandra Ferreira Garcia, a construção deste novo centro utilizou 81% de materiais e de mão-de-obra nacional, respeitando desta forma o compromisso da Garland com a causa “Compro o que é nosso”, de que é subscritora. Implantado num terreno de 25 mil metros quadrados, o edifício possui uma área bruta de armazenagem de 12 mil metros quadrados, com uma altura de 12,5 metros e 23 cais de carga e descarga (19 para pesados e 4 para ligeiros). Pretendendo dar resposta às crescentes necessidades em termos de operações logísticas, o novo centro possui os mais avançados sistemas de informação de gestão de armazéns, de deteção e combate a incêndios, bem como sofisticados sistemas de intrusão e de controlo de acessos, e de videovigilância. Tendo em vista a sua máxima flexibilização, esta infraestrutura foi dotada de todas as funcionalidades necessárias ao processamento logístico de qualquer tipo de produto, à temperatura ambiente, com especial relevo para a estrutura automática de pendurados e a mezanine dedicada à prestação de serviços de valor acrescentado para o sector têxtil, como etiquetagem, reembalamento, controlo de qualidade, entre outros. Para muitas empresas, especialmente da região Norte, a sua localização, na zona de envolvência do Aeroporto e do Porto de Leixões permite uma otimização, a nível económico e de tempo de resposta, dos transportes que são necessários realizar para aceder aos terminais de carga aérea e portuária, onde são recebidas e expedidas as cargas dos agentes económicos que operam no norte do país.