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Guess leva inverno à Avenida

A marca de casualwear acaba de apresentar, na loja da Avenida da Liberdade em Lisboa, a coleção Marciano Los Angeles para a estação fria. Entretanto, também já o Natal está a ser preparado pela Guess, que tem registado sucessivos trimestres de crescimento.

No passado dia 22 de novembro, a Guess apresentou na sua loja da Avenida da Liberdade a coleção Marciano Los Angeles para o outono-inverno 2017/2018.

Cristina Costa, a responsável pela Guess no mercado nacional, conduziu o evento ao lado do stylist convidado Gonçalo Mello e, juntos, exploraram a gama de artigos que bebeu inspiração na cidade de Los Angeles. Em destaque estão os padrões e os jogos de texturas.

Entretanto, antecipando a quadra natalícia que se aproxima, a marca voltou a convidar a cantora cubana Camila Cabello, pela segunda vez consecutiva, para rosto da Guess Jeans Holiday, que junta Camila Cabello ao modelo Alex Dellisola para uma série de imagens filmadas no icónico Chateau Marmont Hotel, em Hollywood.

«Ela [Camila Cabello ] é muito bonita e personifica a verdadeira essência de uma Guess Girl» justificou Paul Marciano, diretor de arte da campanha e responsável pelo gabinete criativo da Guess.

A paleta de cores fortes da estação e uma vasta gama de peças são evidenciadas na campanha. Casacos bordados e vestidos de festa, para ela, e blazers e bombers, para ele, são as peças-chave.

Lucros em escalada

Trocando as roupas pelos números, no terceiro trimestre do ano fiscal, a Guess registou um lucro líquido ajustado de 10,4 milhões de dólares (aproximadamente 8,8 milhões de euros), um salto de 8,1% em relação aos 9,6 milhões de dólares verificados no período homólogo do ano anterior e o quinto trimestre de crescimento consecutivo da marca, de acordo com a Business Wire. O lucro diluído ajustado por ação cresceu 9,1%, para os 0,12 dólares, em comparação com os 0,11 dólares do mesmo trimestre do ano anterior.

Victor Herrero, CEO da Guess, afirmou que «no geral, o lucro operacional ajustado no terceiro trimestre terminou dentro das expectativas, e o lucro ajustado por ação terminou acima da previsão. Continuamos a sentir um bom impulso na Europa e na Ásia, onde as nossas receitas cresceram 19% e 17%, respetivamente, impulsionadas principalmente por novas oportunidades de lojas, crescimento no retalho multimarca e vendas comparáveis positivas. Estamos também entusiasmados com o crescimento da margem operacional do retalho nas Américas, apesar de um declínio nas vendas».

A receita líquida total do terceiro trimestre cresceu 3,3%, para os 554,1 milhões de dólares, face aos 536,3 milhões do mesmo trimestre do ano anterior.

«No geral, ao olhar para o futuro da empresa, acredito que a Europa e a Ásia ainda venham a oferecer muitas oportunidades e deverão continuar a crescer a dois dígitos no próximo ano. Espero que a rentabilidade nas Américas continue a ser alavancada pelas nossas iniciativas de redução de custos e incremento das margens. Finalmente, continuamos comprometidos com o nosso objetivo de longo prazo de 7,5% de margem operacional, que esperamos atingir através do crescimento da receita e de um disciplinado controlo de custos», revelou o CEO.

Sobre o posicionamento da Guess no sector da moda, Victor Herrero asseverou em maio último que a marca de casualwear está «conectada com os seus clientes e aspirações».

O CEO enfatizou que a Guess «sempre foi associada à sensualidade» e que «a sensualidade está a ser interpretada de forma mais ampla, onde cada um pode ser sexy … a autenticidade está na moda e ser real é mais importante do que ser perfeito».

Particularmente atenta às novas gerações de consumidores, a Guess está ainda a adaptar o seu negócio para capitalizar com o crescente poder de compra das gerações milénio e Z.

«O consumidor milénio e Z está à procura de marcas cujos valores se alinhem com os seus. Como sempre, estamos a adaptar-nos a esse ambiente em mudança», sublinhou.