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Jacarandá em modo diva

Diva é o nome da mais recente coleção da Jacarandá pensada para o regresso aos ambientes festivos. Inspirada nos loucos anos 20 e em mulheres icónicas como Marilyn Monroe ou Audrey Hepburn, a nova linha foi elaborada tendo em conta a sustentabilidade e a produção consciente, características do ADN da marca.

[©Jacarandá]

Depois de trazer amor à coleção, a Jacarandá lança Diva, «a pensar em quem está de volta, ou com vontade de voltar aos ambientes festivos», revela Sílvia Ramalho Silva, cofundadora da marca.

«Durante o processo de criação, ainda na fase inicial de desenhar os primeiros modelos, percebi que a minha tendência artística seguia traços bem exagerados, quase festivos. Talvez por necessidade, devido aos sucessivos confinamentos, mas também porque são o tipo de peças que gosto mais de fazer e vestir. Daí comecei a direcionar o conceito da coleção nesse sentido, antevendo uma espécie de loucos Anos 20 no século XXI. Que nos leva de imediato para um imaginário da noite, de celebração, e claro o regresso das divas», explica ao Portugal Têxtil.

Direcionada para as mulheres que se querem divertir noite fora ou em plena luz do dia, as sete novas peças que integram a coleção são compostas por formas e texturas exuberantes, cuidadosamente combinadas com pormenores delicados. Versátil e sofisticada, cada peça permite a cada mulher ser a diva que pretende – seja no trabalho ou numa festa ou a transformar o trabalho numa festa.

«A Jacarandá procura oferecer peças sofisticadas e intemporais, originais e com cor, feitas com tecidos sustentáveis e produzidas de forma ética. Ainda falando em divas, queremos que as nossas clientes se sintam confiantes como a Marilyn Monroe e elegantes como a Audrey Hepburn quando vestem os nossos vestidos, e felizes por comprar algo em que acreditam», salienta Sílvia Ramalho Silva

O ADN da marca

[©Jacarandá]
A sustentabilidade e a produção consciente são características estruturantes de todo o trabalho da marca. «Os tecidos têm apenas duas proveniências: dead stocks (fim de linha) de grandes produtores portugueses ou reciclados. A criação, a confeção e a operação logística são feitas num raio de 200 quilómetros – o que coloca a Jacarandá no extremo oposto das cadeias de fast fashion, responsáveis, por exemplo, por 10% das emissões de dióxido de carbono do mundo, mais do que todos os voos internacionais, ou 35% dos microplásticos presentes nos oceanos», aponta a empresária.

Sílvia Ramalho Silva dá como exemplo a camisola Cosmopolitan da marca, que foi fabricada com recurso a tecidos portugueses inutilizados, muitas vezes excedentes de coleções, o que evitou 1,8 quilogramas de emissões de carbono e 2,6 litros de consumo de água, o equivalente a 28 garrafas de água de 1,5 litros, comparativamente com tecidos novos. «Queremos oferecer qualidade a todos, aos nossos clientes, aos que trabalham connosco e ao planeta onde vivemos. Não é uma “moda”, é algo necessário», conclui a cofundadora da Jacarandá.