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Just Happy Days e Aly John apostam em máscaras

A pandemia fez com que a máscara se tornasse mais do que equipamento de proteção e passasse também a fazer parte da nova realidade como um acessório de moda. Neste sentido, a Aly John e a Just Happy Days lançaram máscaras reutilizáveis que prometem distinguir-se pela versatilidade.

Just Happy Days [©Just Happy Days]

A crescente procura por este tipo de produto, que para além de proteger o consumidor faz parte do quotidiano, fez com que a Aly John apostasse, uma vez mais, na produção e comercialização de máscaras, já que o tinha feito também em abril de 2020 quando recebiam, de acordo com Miguel Coutinho, brand manager da marca, «milhares de pedidos por semana, vindos de todo o país e da Europa».

Para este novo lançamento, a especialista em denim apostou em máscaras sociais reutilizáveis confecionadas à mão que contam com a certificação do CITEVE para 25 lavagens. Os equipamentos de proteção estão disponíveis através do website da Aly John, com cores e padrões que se adaptam aos mais diversos gostos e ocasiões, mas já projetadas a pensar num registo mais alusivo ao outono-inverno.

Aly John [©Aly John]
Ainda que as máscaras se tenham convertido num «objeto de moda», a Aly John assegura que o foco «continuará a ser, tal como sempre foi, a proteção dos clientes», reforça a marca em comunicado, sem nunca esquecer o fator estético, visto que um dos principais objetivos é oferecer um «produto versátil que se adapte a qualquer situação do dia-a-dia».

Verde, mostarda, azul, rosa, castanho e tijolo são algumas das várias cores em que as máscaras estão disponíveis, tanto para adulto como para criança, com preços que rondam os quatro e os cincos euros por unidade, sendo que o conjunto de quatro máscaras tem um valor de 20 euros.

Sentimentos visíveis

À semelhança da Aly John, a Just Happy Days, startup portuguesa fundada em 2018, lançou também uma coleção de máscaras que destaca o «conforto, qualidade e design» como as principais características do produto made in Portugal.

A coleção destes equipamentos reutilizáveis, denominada “Love x JHD”, é uma edição limitada certificada pelo CITEVE e possui várias mensagens que espelham, de acordo com Elsa Lima, os sentimentos de cada um de nós. «As máscaras de uso geral fazem agora parte do nosso quotidiano e da nossa nova forma de ver a vida. As nossas bocas estão invisíveis. As almas, porém, estarão mais ávidas do que nunca para o que é essencial. Assim nasce a história da nossa coleção de máscaras, uma história simples baseada nos sentimentos que em todos nós habitam», explica Elsa Lima, fundadora, editora de moda do projeto e autora da coleção, que tem ainda modelos a aguardar a certificação do CITEVE.

Just Happy Days [©Just Happy Days]
A “Love x JHD” está disponível no website da Just Happy Days, cujo objetivo é proporcionar aos utilizadores uma experiência global de compra. CR7 Underware e Eugénio Campos são alguns dos exemplos que detêm uma loja virtual na plataforma, que tem como principais mercados a Indonésia, Angola, Brasil e Portugal. A Índia, o Vietnam, os EUA e a Espanha são, no entanto, os países com maior expressão para a plataforma.

Com preços que vão desde os 12 aos 45 euros, as máscaras da coleção estão divididas em três linhas. Um dos modelos é composto por poliéster e poliamida, ainda em certificação, e com cores como vermelho, turquesa, menta e nude. Outro dos modelos, também em certificação, estará disponível em preto e branco numa edição limitada e o modelo de pregas, que possui já a certificação, será com as cores preto e branco, mas sem qualquer personalização. A respirabilidade é uma das características comuns em todos as propostas de modelos, garante a Just Happy Days.