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Novas soluções combatem Covid-19

A pandemia que começou em 2020 obrigou a uma reinvenção e ao desenvolvimento de soluções que deixem os consumidores mais seguros e confiantes. Uma missão assumida pela Labfit e Pharmapoli, Tajiservi, Indexcity, HeiQ, Apcer e Polygiene, que têm diferentes opções direcionadas para a indústria têxtil e vestuário.

Sediadas na Covilhã, as marcas Labfit e Pharmapoli têm uma resposta para toda a cadeia, dos ensaios laboratoriais à produção de produtos de desinfeção e higienização. «Especificamente para o sector têxtil, desde o início da atividade da Labfit [em 2012] foram implementados ensaios de verificação da eficácia microbiana, contra bactérias e fungos, segundo normas internacionais. Em 2020, de forma a dar respostas às necessidades impostas pela pandemia, foi implementado um ensaio de eficácia antiviral específico para produtos têxteis», revela a marca na publirreportagem Anti-Covid, que faz parte integrante da edição de março de 2021 do Jornal Têxtil. Já «a pandemia acelerou o processo de criação da Pharmapoli, que, de imediato, começou a produzir desinfetantes de mãos com marca própria» e desde então tem já «um assinalável portefólio de produtos destinados à desinfeção e higienização», indica.

A Tajiservi, por seu lado, criou a marca Higibox, lançada ainda no ano passado, «com a missão de ajudar a ultrapassar a situação pandémica», refere a empresa. Entre os produtos disponibilizados estão os pórticos de desinfeção e medição de temperatura e os geradores de ozono. Estes últimos «trabalham sem recurso a qualquer tipo de consumíveis, através de uma descarga elétrica, que transforma o oxigénio em ozono» e uma unidade é capaz de «desinfetar eficazmente divisões até 180 metros quadrados sem qualquer esforço», destaca a empresa. Do portefólio da Higibox constam ainda nebulizadores, para desinfeções rápidas, com pulverização de desinfetante até 10 metros de distância, spray desinfetante para objetos e tela em não-tecido para produção de equipamentos de proteção individual, com certificação para utilização em máscaras sociais de nível 3.

Também a Indexcity tem soluções de desinfeção de vários tipos, «fruto de vários meses de pesquisa e desenvolvimento, realizado em parceria com empresas tecnológicas de topo a nível ibérico, resultando em várias patentes», salienta a empresa. Entre a oferta consta um tapete de desinfeção com tecnologia de nanopartículas de prata, para desinfetar, em segundos, as solas dos sapatos sem necessidade de adicionar produtos químicos, e uma cabine de desinfeção, concebida em parceria com a espanhola Seliba, que elimina o SARS-CoV-2 e outros microorganismos de vestuário, calçado e acessórios em minutos, permitindo que as peças possam voltar a ser experimentadas em loja rapidamente.

Já a HeiQ está a apresentar a tecnologia HeiQ Viroblock, vencedora do prémio Swiss Technology Award 2020, que está a ser aplicada por mais de 100 marcas em todo o mundo e em mais de mil milhões de artigos, de vestuário a têxteis-lar. «O que distingue a HeiQ Viroblock NPJ03 é a sua capacidade de transformar qualquer tecido num antiviral em minutos», afirma a empresa. O acabamento «consiste numa combinação das tecnologias de prata e de vesículas, a aguardar patente Os dois mecanismos de ataque resultam na destruição em cinco minutos dos vírus, o que não tem rival na indústria», esclarece.

A experiência no sector têxtil da APCER está igualmente em destaque nesta publirreportagem, assim como a sua oferta de «soluções que asseguram a qualidade dos produtos e serviços e garantem uma atitude eticamente responsável e sustentável da organização e seus fornecedores. A empresa providencia auditorias a fornecedores e de avaliação de conformidade, assim como a certificação em sistemas de gestão e de máscaras sociais. «A nossa experiência no sector têxtil protege a sua marca e reputação no mercado nacional e internacional», realça a APCER.

Também com experiência no sector têxtil, mais conhecida pelos produtos antibacterianos, a sueca Polygiene lançou no ano passado a marca Polygiene ViralOff, resultado de anos da investigação que começou em 2004, na luta contra o SARS. Com o acabamento ViralOff, aponta a empresa, vírus como o SARS-CoV-2 desparecem dos têxteis em duas horas, proporcionando uma maior confiança aos consumidores, ao mesmo tempo que melhora as credenciais sustentáveis de um artigo, ao evitar lavagens frequentes. «Os consumidores podem estar seguros que não vão ter de lavar constantemente os seus produtos porque estão preocupados com a presença de micróbios prejudiciais. O produto basicamente limpa-se sozinho», explica Ulrika Björk, CEO da Polygiene. Além disso, «a nossa análise ao ciclo de vida mostra que cerca de dois terços do impacto ambiental de um produto é pós-compra. Aumentar a vida útil da roupa em apenas nove meses permite reduzir a pegada de carbono, resíduos e água em cerca de 20% a 30%», sublinha Ulrika Björk.

Conheça mais em pormenor estas soluções na publirreportagem Anti-Covid, publicada na edição de março de 2021 do Jornal Têxtil.