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O 11 de Setembro não mexeu com a Puma

Em 2001, o grupo de artigos desportivos Puma AG, Alemanha, ultrapassou as suas próprias expectativas em relação ao volume de vendas e ao lucro. O ano fiscal, que ainda não terminou, vai dar os melhores resultados da história da empresa. O volume de vendas, segundo a empresa, vai ser também “espectacular”. Os prognósticos já contam com o facto de os resultados do quarto trimestre serem habitualmente os mais fracos do ano. Nos primeiros nove meses do ano fiscal 2001, a Puma obteve com as suas marcas (as licenças incluídas) um volume de vendas de 769,2 milhões de Euros, um aumento de 16,6%. O volume de vendas foi de 475,8 milhões de Euros, um aumento de 25%. A área de têxteis cresceu 1,9% e atingiu 130,8 milhões de Euros. No total, a Puma vai atingir um volume de vendas de cerca de 511 milhões de Euros e o volume de vendas com as suas marcas vai atingir os mil milhões de Euros. Durante os meses de Janeiro e Setembro, a empresa obteve um resultado antes de impostos, de 48,5 milhões de Euros, um aumento de 121,1%. Para o director do grupo, Jochen Ueitz, é “um resultado fantástico”. Segundo o director, a estratégia clara e os investimentos no marketing, no desenvolvimento dos produtos e na investigação mostraram resultados mais cedo do que o previsto. Para o próximo ano, a empresa quer, outra vez, atingir um crescimento maior que 10%. A criação de uma rede de lojas com um novo conceito continua e, até ao fim deste ano, a Puma quer abrir novas lojas em Roma, Nova Iorque e em Los Angeles. Os esforços especiais em relação ao marketing nos EUA mostram também resultados: neste país o volume de vendas aumentou 22,1%, atingindo 112,5 milhões de Euros. Segundo a empresa, a Puma não teve nenhuma baixa no volume de vendas desde o dia 11 de Setembro.