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O +351 está na moda

As chamadas das principais tendências de moda têm sido prontamente atendidas pelas marcas nacionais. Embaladas em berço digital, as novas propostas “made in Portugal” nascem já a falar várias línguas. Ao lado destas estão as sugestões de marcas que já somam décadas no mercado e não negam qualquer desafio, aquém ou além-fronteiras.

Ao longo dos últimos meses, o Portugal Têxtil foi apresentando quer as novidades, quer as boas-novas das marcas veteranas.

Procurando estar na crista da onda e capitalizar com o momento próspero do vestuário infantil (ver O luxo por miúdos), ao longo dos últimos meses, várias propostas dedicadas aos petizes mereceram destaque.

Cherrypapaya

Com uma produção realizada exclusivamente em território nacional e coleções pautadas pela criatividade, a Cherrypapaya, por exemplo, tem como traço distintivo o conforto do 100% algodão orgânico.

Com portal de comércio eletrónico de venda direta, presente em mercados urbanos e no canal multimarcas dentro e fora do país – em Portugal, a Cherrypapaya está à venda em cinco lojas e, além-fronteiras, Itália, Kuwait e EUA já se renderam à marca –, a assiduidade em certames conceituados é o atual foco do negócio (ver Cherrypapaya: de mãe para pais).

Também investida na internacionalização está a Risca de Giz, que se estreou este semestre na feira internacional Pitti Bimbo, em Florença.

Atualmente, Espanha é o melhor mercado internacional da marca fiel às linhas da alfaiataria tradicional, «onde temos uma presença mais significativa, até porque é um país onde estamos presentes há vários anos». «Por outro lado, temos vindo a crescer bastante na Alemanha e nos EUA», como revelou Cláudia Pinheiro, a fundadora da marca, assinalando que, em 2016, as vendas internacionais pesaram cerca de 35% no volume global de negócios da marca (ver Risca de Giz traça internacionalização).

Piupiuchick

Com vocação exportadora desde o nascimento, a Zezling! também se deu a conhecer este ano aos leitores do Portugal Têxtil. Os “zés” são os bonecos de pano da marca, que foram alargando a sua rede de amigos para incluir ilustração e uma gama têxtil para bebé, criança e adulto (ver Zezling(s) há muitos).

Com mais ou menos países já assinalados no seu mapa-múndi, o Portugal Têxtil deu ainda a conhecer a Sal & Pimenta, as mantas da Nicório, a Grace Baby & Child, as sugestões unissexo da Lobo Mau, as peças de festa da Bevip Gold, a Piupiuchick e de tantas outras na edição de outubro, cujo tema de capa foi precisamente dedicado ao universo dos mais novos (ver Portugal dos Pequenitos).

ICWear

Em evidência estiveram também as marcas voltadas para o guarda-roupa masculino, numa altura em que o segmento de menswear espera alcançar os 457 mil milhões de dólares (aproximadamente 411 mil milhões de euros) em 2020, de acordo com o Euromonitor (ver É um mundo de homens).

O têxtil faz parte do código genético de Paula Costa Branco, para quem a criação de uma marca de roupa interior masculina foi um «caminho natural». A marca Uomm oferece, entre cliques, básicos de qualidade com linhas minimalistas ver (Uomm: coisas de homem).

Com mais de 40 mil seguidores na rede social Facebook, as coleções de stock limitado de t-shirts, sweatshirts, casacos e acessórios de homem da ICwear já conquistaram mercados como Luxemburgo, Suíça, Noruega e Alemanha e as encomendas no portal de comércio eletrónico da marca não mostram sinais de abrandamento (ver A voz de homem da ICwear).

Inspirada pela terra e pelo mar, a Litoral tem navegado águas internacionais desde que embarcou na aventura da moda masculina 100% made in Portugal. A marca fundada por Pedro Monteiro nasceu em 2015 e é orientada pelos ventos da ecologia (ver Litoral de norte a sul).

Alfayate

Com propostas para ele, mas também para ela, a Alfayate, a Outline Project, a Caiágua e a Anaaga foram outras das marcas “made in Portugal” apresentadas aos leitores do Portugal Têxtil.

Na ala feminina, as marcas com preocupações ecológicas mereceram muitos cliques.

A Uila, por exemplo, propõe uma solução à moda rápida e um modelo de negócio direto ao consumidor (ver A sustentável leveza da Uila).

Já a marca de vestuário e acessórios nacional Hode Studio tem como pilares a sustentabilidade, o design intemporal e as técnicas de trabalho artesanal.

Caiágua

Também alinhadas com as tendências internacionais, as propostas vintage da Tricirculo e as peças customizadas da Pura chegaram aos leitores do Portugal Têxtil nos últimos meses.

Estabelecidas no mercado nacional há longos anos, a Lion of Porches e a Decenio foram a prova da resiliência do “made in Portugal”.

No ano passado, a Lion of Porches registou um crescimento de 7% do volume de negócios, para cerca de 24 milhões de euros, enquanto a Decenio, pertencente ao mesmo grupo, registou um aumento de 11% (ver A garra da Lion of Porches).

Já a Berg continua repleta de novidades. A marca, detida pelo grupo Sonae, esteve pela quinta vez na Ispo Munich, a maior feira dedicada ao universo do desporto, sendo uma das 44 expositoras portuguesas presentes no certame (ver Berg tem novidades).

Scripta

A Impetus surpreendeu com uma curta-metragem com Iker Casillas (ver Impetus marca pontos lá fora) e a Scripta tem vindo a namorar os consumidores vizinhos com as suas propostas de segmento médio-alto a conquistarem Espanha (ver Scripta namora o vizinho).

Houve ainda tempo para conhecer as marcas de autor e o estado na moda nacional na edição do Jornal Têxtil, que acabou por transbordar para as páginas digitais do Portugal Têxtil (ver O negócio da moda).

As novidades e boas-novas das marcas nacionais podem ser conhecidas na íntegra na tag “marcas” do Portugal Têxtil.