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O direito da roupa

As empresas portuguesas de vestuário estão a adotar diferentes modelos de negócio para aumentar a sua competitividade. Do lançamento de marcas próprias à incursão, pela primeira vez, no universo do private label, são muitas as fórmulas que estão a conduzir o sector ao sucesso.

Empresas há muitas e modelos de negócio também. Na edição de outubro do Jornal Têxtil conheça as estratégias dos empresários portugueses para vencer no mundo competitivo da indústria de vestuário. Flor da Moda, Orfama, SMF, Goucam, Scripta, Maloka e Pure Cotton mostram que o sucesso se escreve, por vezes, em linhas diferentes.

O mesmo acontece com a Polopique, que, contrariando um dos fundamentos da gestão, tem ganho dimensão com apenas um cliente: o Grupo Inditex. Luís Guimarães, presidente da empresa, revela em entrevista os passos da expansão e da conversão de uma empresa comercial numa empresa industrial com integração vertical, do fio à confeção, assim como os obstáculos que tem enfrentado e as estratégias que está a implementar para preparar o futuro.

Ajudamos ainda a preparar as próximas coleções, com o resumo das tendências para o vestuário da primavera-verão 2017 apresentadas pelo gabinete de estilo WGSN.

Já na ModaLisboa, foi a primavera-verão do próximo ano que esteve em destaque, com a apresentação por parte dos designers nacionais das novas coleções, onde os feitos passados serviram, em alguns casos, de inspiração para a moda de hoje.

Quem está sempre na moda é Miguel Vieira, que com uma carreira de 25 anos atingiu um novo patamar: a presença na Semana de Moda de Milão. Um sonho tornado realidade, como revelou ao Jornal Têxtil.

Ainda no vestuário, damos a conhecer o projeto de marca própria da Foztex, que há mais de um quarto de século tem produzido para clientes internacionais, tal como a Soci 4, especialista na confeção de camisas e polos. Espreite ainda a estratégia da marca Knot, que a pensar nos mais pequenos tem vindo a conquistar fãs em Portugal e não só.

Saiba também o que pode esperar da próxima edição da Maroc in Mode e que balanço fazem os expositores da última edição da feira parisiense Apparelsourcing, que teve lugar em paralelo com a feira de tecidos Texworld, que merece também destaque.

Prosseguindo a política de acompanhar todo o sector, esta edição do Jornal Têxtil apresenta uma nova fibra de lã que está a rivalizar com a caxemira, recentemente dada a conhecer pela portuguesa Texafil.

E das fibras aos fios, não pode perder a entrevista de Rui Martins, administrador da Inovafil, que investiu em tecnologias inovadoras e em I&D para criar fios especiais e com isso está já a afirmar-se no mercado.

O investimento em I&D está igualmente a dar resultados positivos na Penteadora, cuja área de tecidos técnicos vai de vento em popa. O mesmo percurso de sucesso tem sido trilhado pela alemã Olbo & Mehler, sediada em Portugal. E por falar em tecidos, veja como a Familitex Tecelagem está a abrir novas portas nos mercados externos, uma área que a Gierlings Velpor já conhece de “cor e salteado”.

Espreite também as tendências de têxteis-lar e decoração propostas pela Heimtextil, cuja apresentação teve lugar em Portugal, e os projetos de expansão da Lona, da Carpet Diem e da designer Ana Romero – a mesma que criou as capas de telemóvel que surgiram na série Gossip Girl e cuja marca abrange, cada vez mais, um estilo de vida transversal, da casa aos objetos pessoais.

Fazemos ainda a antevisão do próximo Fórum da Indústria Têxtil, organizado pela ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, que terá lugar no próximo mês, e apresentamos os números do comércio internacional e do país, assim como as novidades tecnológicas que estão a moldar a indústria, como as apresentadas pela Stäubli e pela Epson.

Motivos suficientes para não perder esta edição de outubro do Jornal Têxtil. Se ainda não é assinante, aproveite o outono para renovar a sua lista de leitura e fazer já a sua subscrição (mais informações através do email cenit@portugaltextil.com).