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O mundo como casa

As empresas portuguesas de têxteis-lar prosseguiram a sua expansão durante 2015, numa estratégia que contemplou a abertura de mais mercados, novos investimentos e uma aposta forte em inovação. Sem ficarem paradas, estão já a preparar as malas, e as coleções, para continuarem a surpreender o mundo no próximo ano.

Na edição de novembro do Jornal Têxtil, Alda Têxteis, Bomdia, Bovi, Fateba Pereira da Cunha, Irmãos M. Marques, J. F. Almeida, Piubele, Sampedro, Sorema, Têxteis Penedo e Villafelpos fazem o balanço do negócio dos últimos meses e revelam as novidades que vão marcar as suas novas coleções, a serem apresentadas ao mundo na próxima edição da Heimtextil, já em janeiro.

Em todo o mundo está já a Mundotêxtil, com o administrador Rogério Matos a desvendar, em entrevista, as oportunidades e as dificuldades em cada continente.

Focada igualmente na expansão internacional está a Pé de Chumbo, a marca fundada pela designer Alexandra Oliveira. Já a Decenio está, para já, centrada em crescer em Portugal, como revelou em entrevista Joaquim Brito, administrador da Têxtil Cães de Pedra, a empresa que comprou recentemente a marca, que tem já uma nova imagem e algumas novidades em carteira.

Novidades constantes fazem parte do ADN da Sonicarla, que procura estar sempre um passo à frente da concorrência, enquanto a Goucam e a empresa de produção de meias Manuel Fernando de Azevedo estão a aumentar a sua capacidade de produção para dar resposta à crescente procura internacional. O “made in Portugal”, de resto, continua a ganhar adeptos, como é o caso da marca espanhola Ada Gatti, que vai começar a produzir no nosso país.

As empresas produtoras e as marcas portuguesas estão também mais preparadas para fazer face à concorrência internacional. Quem o diz é Rodrigo Siza, diretor-geral da Lectra Portugal, que celebrou este mês 30 anos de atividade no nosso país e tem acompanhado a evolução tecnológica da indústria têxtil e vestuário, que continua a investir nas soluções mais inovadoras para aumentar a sua produtividade e capacidade de resposta.

Nesta edição do Jornal Têxtil conheça ainda os exemplos que vêm de fora, como o da fiação Luisa 1966 e das produtoras de tecido Vicunha e Serica de la Marca, assim como a situação atual do algodão americano e as expectativas do mercado de consumo de têxteis e vestuário avançadas pelo Institut Français de la Mode. Saiba ainda que materiais inovadores irão marcar o futuro e acompanhe as tendências apontadas pelo WGSN para o outono-inverno 2017/2018.

Não deixe também de espreitar as últimas edições das feiras Maroc in Mode e Intertextile Shanghai Apparel Fabrics, de onde os expositores portugueses trouxeram novos negócios.

Tudo isto e muito mais na edição de novembro do Jornal Têxtil. Se ainda não fez a subscrição, esta é a altura certa para fazer a sua assinatura e receber, em casa ou na empresa, a informação que faz a diferença no seu negócio (mais informações através do email cenit@portugaltextil.com).