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O regresso do Galo pródigo

Depois de ter sido ultrapassada pela Adidas no patrocínio da selecção francesa, a Le Coq Sportiv ressurge quando em 2002, no Mundial organizado conjuntamente pelo Japão e pela Coreia do Sul, a França perde na estreia com o Senegal, cujas camisolas eram produzidas pela “marca do galo”.

De acordo com o actual responsável pela gestão da empresa, Olivier Jacques, esta foi uma «feliz coincidência», dado que a exposição que a marca alcançou com os senegaleses coincidiu com o momento da retoma económica da empresa.

De forma a renascer, a Le Cop decidiu deixar de lado o ar clássico e optou elo universo “fashion” e jovem. Nesta altura, também o logo, o famoso galo num triângulo, sofreu algumas alterações.

Desta forma, a marca que facturava 50 milhões até 2002, encerrou o ano com receitas superiores a 200 milhões de euros.

Neste momento, a Le Coq Sportif tem como objectivo final a qualidade dos seus produtos aliados à moda desportiva. A marca pretende ainda, centrar a atenção em três grandes áreas específicas, como sendo o futebol, ténis e a corrida.