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Outono-inverno 2021/2022 veste-se de verde

A sustentabilidade é uma das grandes tendências apontadas pelo WGSN e pelas diferentes feiras do sector para a estação fria do próximo ano. Uma direção que a portuguesa Vilartex incorporou há muito nas suas propostas e que está a destacar nas apresentações aos clientes.

O gabinete de tendências WGSN junta passado, presente e futuro nas direções para o outono-inverno 2021/2022, que se apoiam em conceitos como o revivalismo, o minimalismo e a já incontornável sustentabilidade.

Nesta edição de julho/agosto do Jornal Têxtil mergulhámos nas cores, nos materiais, nos tecidos e nas malhas que irão marcar a estação e, além da análise do WGSN, revelámos também o que algumas das principais feiras de tecidos do sector – nomeadamente a Milano Unica, a Texworld Paris, a Première Vision e a Intertextile Shanghai Apparel Fabrics – antecipam como tendências para o outono-inverno do próximo ano.

Falamos com Carmen Pinto, administradora da Vilartex, sobre as expectativas para o futuro próximo, incluindo o regresso da empresa a feiras físicas, e sobre a nova coleção da produtora de malhas, na qual, sob a batuta de Manuel Ribeiro, se respira sustentabilidade e intemporalidade, com a integração de novas fibras.

Espreitamos ainda as primeiras indicações para o verão 2022 do WGSN, que espelham já a reação ao impacto do Covid-19 no mundo.

Além da informação sobre tendências, esta edição do Jornal Têxtil está recheada de novidades, desde a fibra Creora 3D Max da Hyosung às tecnologias antivírus que estão a ser desenvolvidas um pouco por todo o mundo

Do lado da sustentabilidade, a Better Cotton Initiative anunciou um recorde na utilização deste algodão mais amigo do ambiente e a Clerici Tessuto estabeleceu uma parceria com a Parley for the Oceans para usar os fios de poliéster obtidos a partir de plástico recolhido no mar em tecidos de luxo.

Saiba que empresa portuguesa de malhas garantiu, pela primeira vez, um lugar na Première Vision, como a Heliotextil está a inovar nos adesivos têxteis e os mais recentes projetos de inovação com cunho nacional, incluindo o NanoStim e os desenvolvimentos do CeNTI. Já a CBI está a fazer investimentos para aumentar a produção de equipamentos de proteção individual, a Nüwa continua a poupar água e a promover a preservação do planeta com as suas propostas de moda e a Aly John está a transformar as dificuldades em oportunidades, tendo lançado recentemente máscaras sociais e uma coleção-cápsula.

Também em Portugal, conheça as perspetivas de desmaterialização do negócio da ITV, avançadas no webinar Tecer o Futuro: Desmaterializando, promovido pelo Cluster Têxtil. A nível europeu, a Euratex quer a ITV digital, sustentável e ágil, enquanto Marrocos quer ser 100% vertical e desenvolver a cadeia de fornecimento a montante.

Não perca igualmente uma antevisão da próxima feira de calçado Micam, que já está confirmada para abrir portas a 20 de setembro, e a análise aos números da economia e das exportações nacionais nas páginas de conjuntura.

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