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Portugal aumenta exportações para os EUA

De acordo com o divulgado pelo Icep Portugal, a análise ao comportamento das exportações nacionais para os EUA, no primeiro trimestre do corrente ano, e apesar do comportamento do dólar face ao euro, vem confirmar a tendência de crescimento que se tem verificado nos últimos anos para os produtos portugueses. De recordar que, em 2004, o valor das exportações atingiram os 2.243 milhões de dólares (US Census Bureau), o que representou um recorde.

Na globalidade, o valor das exportações portuguesas no primeiro trimestre de 2005 cresceu cerca de 34% em relação ao período homólogo, ou seja, cerca de 610 milhões de dólares.

Para o período agora em análise, anota-se que as partes e acessórios para máquinas de escrever, unidades de processamento de dados, e similares, ocupam a primeira posição com um crescimento de 184% em relação ao período homólogo. Seguem-se os circuitos integrados, líder das exportações portuguesas para os EUA nos últimos anos, que no primeiro trimestre de 2005 cresceram 33%, e os óleos de petróleo ou minerais betuminosos, com uma evolução de 193%.

Segue-se, por ordem decrescente do valor das exportações, o grupo de produtos mais tradicionais como sejam artigos têxteis, roupas de cama, toucador e cozinha em algodão, que cresceu 39%, as obras de cortiça natural que sofreram uma variação negativa de cerca de 10%, e compressores com uma subida de 115%.

O calçado com sola exterior de borracha colocou-se em 7ª posição, embora com um crescimento negativo de 13%, e o papel e cartão, não revestidos manteve-se estacionário com crescimento de 1,5%. Os vinhos, ocupando a 9ª posição, registaram um crescimento de 16%.

Os moldes de injecção sofreram uma variação negativa de cerca de 4%, assim como a as exportações de louça cerâmica, afectadas negativamente em 10%.