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Portugal dos pequenitos

Nascidas no seio da indústria ou resultado da vontade de designers, e não só, de criar um projeto próprio na área da moda, as marcas de vestuário infantil estão a multiplicar-se em Portugal e, com o apoio da qualidade da confeção nacional, conseguem implementar-se no mundo inteiro.

Em nome próprio e com uma forte incorporação de criatividade e marketing, as marcas portuguesas dedicadas aos mais pequenos somam pontos de venda e mercados além-fronteiras. Da Laranjinha à Dr. Kid, passando pela Wolf & Rita, Wedoble, Play Up, Pureté…du Bébé, Risca de Giz e Ponto por Ponto, ou ainda pelas mais recentes Sissone, Phi Clothing e Chicken Chicos, a roupa infantil desenhada e produzida em Portugal está a vestir crianças do mundo inteiro, com estratégias pensadas à medida de cada projeto, que desvendamos na edição de outubro do Jornal Têxtil.

Também a Bomdia conseguiu implementar a sua marca própria no mundo, tornando-se sinónimo de qualidade e design em felpos. Valores como rigor, cumprimento de compromissos e respeito pelas pessoas fazem parte do ADN da empresa liderada por Carlos Gonçalves, a terceira geração ao leme da Fábrica de Tecidos de Viúva de Carlos da Silva Areias & Cª, como revela numa rara entrevista ao Jornal Têxtil.

Sempre em cima dos acontecimentos relevantes para as empresas do sector, contamos nesta edição tudo o que se passou no XVIII Fórum da Indústria Têxtil, organizado pela ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, que além das intervenções de empresas como a Atelier des Créateurs, P&R Têxteis, Sonae, Parfois e H&M, teve ainda a presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral e a intervenção de Paulo Portas.

Estivemos igualmente na ModaLisboa, a assistir aos desfiles de designers portugueses, como Luís Carvalho, Ricardo Preto, Ricardo Andrez, Dino Alves e Filipe Faísca, e revelamos as propostas de moda para homem e senhora para a próxima primavera-verão.

E uma vez que a casa está também e, cada vez mais, atenta às tendências, conheça as direções apontadas para o próximo ano pela maior feira europeia de têxteis-lar, a Heimtextil, que esteve em Guimarães a apresentar as suas “Explorations” às empresas portuguesas.

Por falar em feiras, fizemos o balanço da participação dos expositores portugueses na Première Vision, em Paris, e na Momad, em Madrid, e antecipamos a próxima edição da Tissu Premier, em Lille.

A edição de outubro do Jornal Têxtil acompanha ainda o trajeto de internacionalização da Filasa, a consolidação dos negócios da NGS Malhas, a estratégia da Acatel, os planos das marcas C.117 e da Effusive para se implementarem definitivamente no mercado, a ampliação da Pa & Co, os novos projetos da Micaela Larisch e a vontade da Squarcione de atravessar o Oceano Atlântico.

E como o sector está cheio de boas notícias, estivemos ainda na inauguração oficial da nova unidade da Érius, em Vila Nova de Famalicão, e falamos com o administrador José Vilas Boas Ferreira sobre esta nova unidade industrial, que recupera as instalações e, sobretudo, o know-how da ex-Filobranca, já com uma “lista de espera” de clientes.

Atualizamos ainda os números que interessam à indústria, nas nossas páginas de conjuntura, e olhamos lá para fora para fazer um retrato completo da situação, com as mais recentes previsões para a produção de algodão, os novos fios que estão a chegar ao mercado (como o liocel de bambu), uma revolucionária estrutura têxtil que está em investigação, os avanços nos wearables e muito, muito mais.

Tudo para ficar a conhecer nesta edição do Jornal Têxtil, que está a chegar à sua empresa ou a sua casa. Se ainda não é assinante, faça já a sua subscrição do Jornal Têxtil (aqui) e assegure-se que recebe todos os meses a informação mais completa sobre toda a fileira, da fiação à confeção.