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Portugal e Brasil em foco

A iniciativa do CENIT – Centro de Inteligência Têxtil em parceria com a ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, agendada para as 10h30, decorre no âmbito do projeto InFashion, com o apoio do Compete, e tem como objetivo aproximar os atores portugueses e brasileiros da fileira moda. Paulo Vaz, diretor-geral da ATP e presidente do conselho de administração do CENIT será o primeiro a intervir, com a apresentação da situação atual da indústria têxtil e vestuário em Portugal. 2014 foi, de resto, o melhor ano dos últimos 11 anos para o sector, inclusivamente em termos de exportações, que subiram quase 8%, para mais de 4,6 mil milhões de euros. Em Portugal, o sector representa cerca de 10% do total das exportações e cerca de 20% do emprego na indústria transformadora, equivalente a cerca de 130 mil empregos. Para falar do lado do Brasil estará Fredi Maia, diretor de gestão estratégica do NTCPE – Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções de Pernambuco. Criado em 2012, o NTCPE é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, «que tem por objetivo a concepção, a estruturação e a gestão sustentável de um ambiente de negócios capaz de criar e consolidar empreendimentos competitivos na cadeia têxtil e de confeções, por meio da interação e cooperação entre empresas, universidades, entidades de apoio, organizações governamentais e não-governamentais no Estado de Pernambuco». De acordo com os números avançados pela ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, o sector têxtil e vestuário do Brasil registou uma quebra de 6,7% nas exportações e de 4,8% no volume de negócios, que registou um valor de 55,4 mil milhões de dólares (cerca de 49 mil milhões de euros). As importações, por seu lado, subiram 4,8%, levando a um défice de 5,9 mil milhões de dólares na balança comercial. Números para confirmar e aprofundar durante o workshop Brasil – Portugal: a Indústria Têxtil e Vestuário.