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Portugal Fashion “Re-Mixed”

É já a partir de amanhã, e durante os próximos três dias, que a moda nacional se apresenta em todo o seu esplendor na Alfândega do Porto, para mais uma edição do Portugal Fashion.  Sob o tema “Re-Mixed”, um conceito formulado pelo designer de interiores Marco Sousa Santos, criadores consagrados, novos designers e marcas de vestuário e calçado sobem à passerelle para apresentarem as colecções para o Outono-Inverno 2010/11, num programa que conta com 16 desfiles individuais e três colectivos. Cabe à dupla Alves/Gonçalves as honras de abertura, num desfile agendado para as 19h30 de amanhã, Sexta-feira. Depois será a vez de Anabela Baldaque, Felipe Oliveira Baptista e Ana Salazar, que encerra o primeiro dia de desfiles. No sábado, o destaque vai para os jovens criadores Andreia Filipa Oliveira, Fernando Lopes, Hugo Veiga e Luciana Teixeira, que apresentam as suas colecções às 15h, seguindo-se os desfiles do colectivo marcas de calçado, da Lion of Porshes, do criador Luís Onofre, Storytailors, Red Oak, Luís Buchinho e Dielmar. Às 23h30, Fátima Lopes encerra o segundo dia de Portugal Fashion. No dia 21 de Março, último dia de desfiles, a tarde começa com as criações de Elisabeth Teixeira, seguindo-se as propostas de Diogo Miranda e de Júlio Torcato. Às 18h tem início o desfile colectivo de marcas de vestuário, com a participação da Celtic Jeans, Concreto, ID Values e Orfama, e a 26.ª edição do Portugal Fashion encerra com o desfile de Carlos Gil. «O programa de desfiles desta 26.ª edição é inquestionavelmente de grande qualidade. Com a estreia e o regresso ao evento de alguns criadores consagrados, o Portugal Fashion demonstra a sua enorme vitalidade e comprova, se tal fosse necessário, a sua imprescindibilidade para a promoção da Fileira Moda nacional», considera o presidente da Anje, Francisco Maria Balsemão. Para o responsável máximo da associação que organiza o evento desde 1995, «este é um momento crucial para a moda portuguesa expor toda a sua criatividade, personalidade estética e competitividade. Num contexto de crise, o nosso país necessita de provar que um seu sector tradicional, como o do têxtil e do vestuário, revela capacidade para produzir bens transaccionáveis com potencial de comercialização nos mercados externos. E é com bastante orgulho e sentido de missão que, uma vez mais, o Portugal Fashion vai contribuir para elevar o grau de exposição da qualidade da moda portuguesa».