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Puericultura chegou à Patachou

A marca de vestuário infantil lançou uma linha de puericultura para que a casa tenha tanto estilo e conforto como o bebé.

O lançamento da linha Patachou Home & Baby aconteceu em Paris, na edição de setembro último da Maison & Objet. «Sentimos que havia uma lacuna neste tipo de produto», afirmou Sofia Ferreira, uma das mentoras da marca, juntamente com a filha Marta Sousa. «Já tínhamos a linha de vestuário, quisemos alargar para a casa e cama», explicou ao Jornal Têxtil (edição de setembro 2015).

A coleção apresentada inclui coberturas de cama, sacos muda-fraldas, babetes e cobertores, assim como babygrows, meias e vestidos, sempre em algodão e numa paleta de cores suave, pintada de azuis, verdes, rosas e brancos.

Uma primeira mostra que deverá prosseguir este ano, noutras latitudes. «Os EUA e a Itália são mercados onde estamos bem posicionados em termos de vestuário e, por isso, queremos dar continuidade, até porque temos lá uma carteira de clientes interessante e são dois mercados que estão a funcionar muito bem para nós», acrescentou Sofia Ferreira.

A Patachou, de resto, representa já 40% do volume de negócios da Longratex, a empresa que detém a marca e onde trabalham 60 pessoas nas áreas de desenvolvimento de produto, corte, controlo de qualidade e comercial. «Mas o objetivo é subir até aos 60%. Talvez no próximo ano, com esta nova linha, já possamos chegar lá», revelou.

As lojas próprias estão também em agenda, embora não no horizonte próximo. «Para já ainda não, mas quando abrirmos a primeira, a priori será em Londres. Isto no caso dessa ideia ir para a frente», ressalvou Sofia Ferreira.

Uma ideia que reflete a vocação internacional da Patachou – cujas vendas para o mercado nacional são residuais –, que nas suas apresentações faz questão de frisar que a produção (subcontratada) é portuguesa. «É um trunfo nos mercados internacionais», reconheceu.

A frase de posicionamento “by Portuguese hands” deverá, por isso, ajudar na conquista de novos mercados, um dos grandes objetivos da Patachou. «Estamos à procura de um distribuidor ou de um agente para o México e para os países árabes. O Médio Oriente é um mercado com potencial e, como não fazemos feiras lá, queremos ter um parceiro local», concluiu Sofia Ferreira.