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Quotas limitam o gigante asiático

As importações de fatos de homem comunitárias com origem no mercado chinês estão sujeitas a quota até ao fim do ano. Todavia, tal como ficou assente no Acordo sobre Têxteis e Vestuário, em 2004 a U.E. aumentou a quota às importações Chinesas em 6,1% que compara com os aumentos de 1,4% em 2003 e em 2002.

A menos de um mês do final do terceiro trimestre, a China já exportou para a U.E., de acordo com a Comissão Europeia, 65,57% da quota total imposta para este ano. Efectivamente, nos últimos oito anos a China tem aumentado progressivamente a taxa de utilização da quota tendo ultrapassado o limite máximo em 2003 em 11,9%.

 

Fonte: Comissão Europeia

Segundo os dados mais recentes do Eurostat relativos a 2003, a China é o sétimo maior fornecedor comunitário com uma quota de 4,3%. Contudo, comparadas com 2002, as importações da China cresceram 40,4% em valor e 74,9% em quantidade reflectindo-se numa redução de 19,7% no preço médio de importação (equivalente a 32,2% do preço médio de importação comunitário).

O mercado dos fatos de homem é dominado pela Alemanha que detém uma quota de 12,3% das importações da U.E., logo seguida pela Itália com 11,0%. Merece ainda referência a posição nacional com uma quota de 6,1% das entradas totais apesar de ter verificado uma queda de 1,0 p.p. face a 2002.