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  1. Sonae investe 3 milhões para expandir Zippy em 2016
  2. Portugueses fazem mais compras com cartões Visa
  3. Como funciona a redução da TSU para as empresas
  4. Rohde vendida por 1,52 milhões
  5. Défice: Centeno diz que vai continuar a negociar metas com Bruxelas
  6. Actividade económica do Brasil com queda em 2015
  7. Outros

1Sonae investe 3 milhões para expandir Zippy em 2016

As três a cinco novas lojas previstas para o país em 2016 terão o conceito diferente de loja, anunciou a empresa esta quinta-feira, 18 de Fevereiro, em Lisboa.

2Portugueses fazem mais compras com cartões Visa

O número de transações no ponto de venda com cartões Visa aumentou 7,7% em 2015, para 714 milhões, mas o valor médio das transações decresceu.

3Como funciona a redução da TSU para as empresas

Desconto de 0,75 pontos percentuais na taxa de 23,75% abrange trabalhadores contratados até final de 2015 com salários até 530 euros.

4Rohde vendida por 1,52 milhões

“Pouco ficará para os trabalhadores”, revela o sindicato sobre a empresa declarada insolvente em 2009 e que chegou a ser a maior no sector do calçado.

5Défice: Centeno diz que vai continuar a negociar metas com Bruxelas

Numa conferência em Lisboa o ministro das Finanças disse que o acordo de Bruxelas a algumas posiçoes de Lisboa mostrou que o Governo tinha razão.

6Actividade económica do Brasil com queda em 2015

Segundo o Índice do Banco Central, a contracção situou-se nos 4,11%.

7Outros

PSI-20 cai 0,69% na última sessão da semana

Europa oscila entre ganhos e perdas com os investidores de olhos postos na Cimeira de Líderes da EU.

 

ri.correiodamanha

IRS: último dia para empresas entregarem encargos

Governo adiou data limite de 2 para 19 de fevereiro.

 

ri.diarioeconomico

Guterres diz que o mundo está “caótico”

O candidato a secretário-geral das Nações Unidas António Guterres defendeu na quinta-feira à noite que o mundo está caótico, com relações de poder que não são claras, uma multiplicação de conflitos e uma impunidade crescente.

Baixa de Lisboa na “iminência de ficar sem comércio”

A União de Associações do Comércio e Serviços defendeu ontem que a Baixa de Lisboa está na “iminência de ficar sem comércio”, situação que atribui à lei do arrendamento e à utilização dos edifícios para alojamento local.