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Riopele reforça vendas de tecidos sustentáveis

Segundo o departamento de I&D da Riopele, o primeiro semestre de 2022 terminou com 76% dos produtos comercializados inseridos em categorias de sustentabilidade, entre os quais se destacam tecidos com poliéster reciclado, tecidos da marca Tenowa e tecidos tingidos e acabados com menor consumo de água e energia.

José Alexandre Oliveira

Para o presidente da empresa, José Alexandre Oliveira, «a sustentabilidade não é uma moda na Riopele», mas antes «a forma de estar nos negócios desde a nossa fundação, em 1927». Por esse motivo, na última década, a produtora de tecidos reforçou os investimentos em áreas críticas como eficiência energética, reciclagem ou reaproveitamento da água.

Face a 2017, a percentagem de número de produtos comercializados com materiais sustentáveis aumentou praticamente 50%, passando de 51% (em 2017) para 76% no primeiro semestre de 2022.

Ao nível das matérias-primas, a empresa tem vindo a reforçar a aposta na utilização de matérias-primas recicladas e a criar tecidos com maior durabilidade, recorrendo a tecnologias de ponta para otimizar a eficiência dos seus processos produtivos. Até 2027, a Riopele espera reunir as condições para que «toda a energia utilizada no processo produtivo seja proveniente de fontes renováveis».

A empresa tem vindo a criar condições para se afirmar como uma referência europeia na indústria têxtil, reforçando as competências internas. O número de colaborares cresceu 23% na última década e mais de 10% do total são já quadros superiores. Outros dos destaques está relacionado com aposta em jovens valores: a média de idades encontra-se hoje nos 41 anos.

Atualmente, a Riopele, sediada em Vila Nova de Famalicão, tem mais de 750 clientes ativos nos cinco continentes.