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Saks conquista a outra América

Primeiro grupo multimarcas mexicano, a Sanborn assinou um acordo de licença para a exploração da Saks no México. Carlos Hajj, presidente da Sanborn, aposta no sucesso desta aliança e conta que vem preencher o vazio que existe actualmente no mercado mexicano em matéria de luxo, podendo desta forma oferecer produtos de uma marca com notoriedade mundial». Esta opinião é igualmente partilhada pelo presidente da Saks, Stephan I Sadove. é um parceiro ideal para assegurar o sucesso da marca nesta região». é com abertura de lojas da Saks em Riad, Dubaï, México e Xangai, previstas até 2009, que Stephan I Sadove pretende alargar a capacidade do grupo com o propósito de alcançar novas receitas» e dar continuidade à progressão apresentada no terceiro trimestre de 2007. Um período que permitiu registar lucros na ordem dos 21,6 milhões de dólares e um volume de negócios de 796,1 milhões de dólares. Ou seja, um crescimento global de 11,4 %. Por seu lado, os custos foram mantidos nos 3,96 milhões de dólares. Satisfeito, o presidente refere que este ano superou e 2006» que apenas registou lucros de 6,2 milhões de dólares. De acordo com Stephan I Sadove, este aumento não é o fruto do acaso. A Saks procura sempre a inovação e a qualidade dos produtos propostos à sua clientela. Certas categorias de produtos apresentaram vendas notÁveis neste trimestre de 2007, como a bijutaria e marroquinaria», acrescenta o presidente. A abertura em Agosto passado de uma das maiores lojas de sapatos de luxo no mundo, a "10022-Shoe" na Quinta Avenida, ajudou a aumentar as vendas da Saks. Por último, o comércio on-line registou um crescimento de 40% comparativamente com o terceiro trimestre 2006. Embora as receitas brutas do quarto trimestre deverão sofrer uma ligeira quebra, Stephan I Sadove prevê um crescimento de 4% em relação a 2007. Segundo o presidente da Saks, a a selecção cuidada de artigos para festas, os planos marketing estruturados a pensar nos dias de feriados e os diversos acontecimentos previamente programados» deverão equilibrar esta baixa previsional. Paralelamente a estes bons resultados, o grupo anunciou a chegada de Jerry W. Levin ao seio do Comité de direcção. Este irÁ dirigir a auditoria e as finanças do grupo, um posto que estava até então vago. Com 63 anos, Jerry W. Levin deixa a presidência da JW Levin, a sua empresa especializada na consultoria sobre produtos de marca destinados ao grande público. Desde que terminou o MBA na Universidade de Chicago, Levin trabalhou em numerosas sociedades americanas cotadas, incluindo a American Household Inc., a sociedade Coleman e a Burger King. Stéphen I Sadove afirmou que estÁ muito contente por acolher este homem de grande experiência e que trarÁ uma contribuição notÁvel para a Saks».