Início Notícias Marcas

Seapath na crista da sustentabilidade

A marca de vestuário nacional foi trazida pelo movimento das ondas e já navega águas internacionais. A Seapath tem ADN sustentável e estética urbana, utilizando nas suas t-shirts algodão orgânico e reciclado.

«O nome Seapath surgiu pelo gosto imenso que temos pelo surf, mas sobretudo pelo mar, daí acharmos que o nosso caminho para a felicidade seja o mar», conta o fundador da marca, Mário Martins, ao Portugal Têxtil.

Neste momento, a gama de produtos inclui t-shirts e gorros, para homem e mulher, com uma linha de sweatshirts em incubação.

«Estamos a trabalhar com algodão orgânico e algodão reciclado, mas em breve também com o liocel. O que não privilegiamos de todo é o uso de “plástico”, material que fazemos o possível para não utilizar, quer no fabrico, quer no embalamento», revela.

O leque de preços da Seapath varia entre os 25 e os 35 euros nas t-shirts e deverá oscilar entre os 40 e os 60 euros nas sweatshirts.

É política da marca fabricar toda a coleção em Portugal. «Aliás, um dos pontos que comunicamos é o comércio justo, onde pagamos o preço justo pelo trabalho desenvolvido», destaca o empresário.

Neste momento, a coleção da Seapath está à venda na loja online própria, mas também numa loja multimarca no Baleal, a Hangfive Surf Culture & Food. A maioria das vendas é garantida por destinos como Alemanha, Holanda e Inglaterra, os três melhores mercados da Seapath.

«O mercado português, no que diz respeito ao online, representa menos de 1%, mas na loja multimarca Hangfive Surf Culture & Food pelo feedback dado, as vendas correm melhor do que o esperado», explica Mário Martins.

Sediada em Vila Nova de Famalicão, a marca sustentável tem nas redes sociais os melhores aliados para atingir o seu público-alvo.

«A nossa estratégia de momento é termos uma presença forte nas redes socias, para chegarmos ao máximo de pessoas possíveis dentro do espaço europeu, com maior incidência em países como a Alemanha, Holanda, França, Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Noruega», enumera.

Os objetivos futuros passam por «aumentar a oferta de produtos sustentáveis, a notoriedade, a presença nas redes sociais e as vendas online» e, depois, antecipa Mário Martins, explorar o canal multimarca no retalho físico «quer em países europeus que estejam de acordo com a comunicação da marca, quer em Portugal».