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Springkode multiplica oferta de máscaras

Com certificações para diferentes reutilizações, de 5 a 25 lavagens, de uso individual, familiar ou para equipas de trabalho, a Springkode está a reunir uma oferta variada de máscaras “made in Portugal”, com soluções produzidas por sete das 16 fábricas atualmente ligadas à plataforma de comércio eletrónico.

Depois de ter lançado os primeiros modelos de máscaras sociais a 6 de abril, ainda sem certificação, a Springkode tem registado uma procura crescente e, paralelamente, tem aumentado os artigos disponíveis para o consumidor final.

Atualmente, refere em comunicado, a plataforma tem «a gama mais alargada de máscaras certificadas em Portugal», produzidas por sete empresas nacionais: Bless Internacional, CMP, Consifex, Daily Day, Pafil, Pedrosa & Rodrigues e Tiva.

Estão disponíveis 10 modelos de máscaras diferentes, combinados em 36 packs com quantidades que vão desde as 5 até 1.000 unidades por pack. As soluções permitem a possibilidade de máscaras para utilização individual, familiar ou até para equipas nos locais de trabalho.

«Dentro destes conjuntos existem máscaras com várias cores, modelos e certificações para 5, 10, 15 e 25 lavagens, todas acompanhadas das respetivas fichas técnicas, do certificado CITEVE e com total transparência da origem e confeção», explica a Springkode, sublinhando que os packs de maiores quantidades «permitem às empresas-cliente poupar tempo na pesquisa de fornecedores e às confeções concentrarem os seus esforços na produção das encomendas que vão são atendidas através do canal digital, de forma organizada e simples».

Ligação direta

Um conceito que cumpre o objetivo da Springkode, que foi lançada em 2018 tendo como ideia de base as lojas de fábrica. «A nossa missão é ligar os consumidores às fábricas de confeção têxtil e vestuário portuguesas, de uma forma direta, descomplexada e 100% transparente.

A nossa parceria com estas fábricas é um caso de estudo de sucesso na ITV portuguesa quanto à capacidade de desenvolvimento de produto e articulação da venda através dos canais digitais», sustenta Reinaldo Moreira, CEO e cofundador da plataforma.

Apesar das restrições provocadas pela pandemia, a Springkode tem mantido o contacto com os seus parceiros industriais e com os clientes, como revelou Reinaldo Moreira ao Portugal Têxtil. «Temos trabalhado no sentido de difundir, junto dos parceiros, informação que consideramos pertinente para o seu negócio e, consequentemente, para a continuidade da nossa parceria. Com os nossos clientes temos optado por uma postura de sensibilização e de tranquilidade, mantendo-nos fiéis aos nossos princípios de transparência e responsabilidade», afirmou, na mesma altura em que anunciou um rebranding e um novo site «que acreditamos que irão contribuir positivamente para aliviar a tensão e projetar uma onda positiva na nossa comunidade de parceiros».