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Suíços militam pelo “Swiss made”

Numa conferência de imprensa, o presidente da Federação Têxtil suíça proferiu que, para assegurar a qualidade e a perfeição do sector da indústria têxtil, os símbolos helvéticos teriam que ser melhor protegidos. O Governo reagiu positivamente, comprometendo-se a instaurar decretos sobre o "Swiss made".De igual forma, a federação viu relançar um novo logótipo do rótulo "Swiss+cotton" (algodão suíço) com a célebre cruz vermelha. Trinta anos depois, o "Swiss+cotton" muda de imagem e irrompe com mais força para se tornar num sinónimo de qualidade superior e reconhecido internacionalmente.Para usarem este rótulo, as empresas deverão garantir que dois terços da produção têxtil são realizados na Suiça e que o tecido final é composto por 75% de algodão suíço.Para fomentar o contacto com o mercado externo, foi lançado um site em várias línguas e as etiquetas foram também colocadas em diferentes idiomas.Até ao momento, o rótulo "Swiss+cotton" era, principalmente, pregado em camisas masculinas. Um dos maiores clientes do algodão suíço é a empresa alemã "Eterna". Em 2006, a empresa comprou cerca de 71 milhões de metros quadrados de tecido. Os promotores do rótulo de qualidade suíça estimam que, a curto prazo, os sectores do vestuário e do mobiliário, mais propriamente os cortinados e têxteis-lar, possam utilizar o "Swiss+Cotton".