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Vestidos há muitos na Sors

“A mulher é de vestido” é o mote da nova marca de vestuário feminino, nascida no final de setembro. Miguel Pinto, o fundador, acredita que a Sors vai facilitar as manhãs no que à seleção do coordenado diz respeito, sendo que os stocks limitados de cada artigo são também um garante de individualidade

Na Sors, todas as atenções estão concentradas nos vestidos de senhora e nunca são produzidos mais de 12 exemplares de cada modelo, algo que confere uma dose extra de exclusividade à oferta da marca nacional apresentada por Miguel Pinto, que durante duas décadas esteve dedicado ao sector bancário. «Fui bancário durante 20 anos, fiz parte de um despedimento coletivo em dezembro de 2014 e decidi, então, começar a trabalhar na área que amo», começa por explicar o fundador da Sors ao Portugal Têxtil sobre as fundações da marca.

Com orgulho de ser 100% portuguesa, «em design, matérias-primas e confeção», a Sors, termo que significa fado, sorte, fortuna ou destino, segue uma estética clean com um twist.

Para já, a marca oferece três linhas, a casual Mane, a fashionista Meridianus e a profissional Nox. «Acreditamos que, desta forma, facilitamos a vida às mulheres, pois de manhã só têm de pensar nos sapatos», assegura Miguel Pinto, acrescentando que «temos também tops para as mais céticas e intencionamos ter um produto pop-up por estação, sempre a definir por inspiração criativa», podendo tratar-se de um fato de banho, uma carteira, um casaco, etc.

Os preços dos vestidos da Sors variam entre os 50 e os 100 euros e podem acompanhar os vários cenários quotidianos pelos quais uma mulher urbana e ativa transita. «São ideais “da secretária ao jantar”, dependendo da forma como se compõe o restante coordenado», destaca sobre a versatilidade das peças que são produzidas em atelier com um parceiro da Grande Lisboa.

Nesta fase de arranque, os produtos podem ser encontrados no portal de comércio eletrónico da Sors, assim como nas páginas das redes sociais Facebook e Instagram. «Iniciámos, este mês. uma experiência engraçada num mercado de Lisboa, o Spot Market, no Espaço Amoreiras, onde a aceitação foi boa, pelo que devemos repetir a experiência», revela o fundador.

Considerando a curta vida da Sors, Miguel Pinto ainda não é capaz de avançar números ou estatísticas de vendas, garantindo que as investidas atuais da marca de vestuário passam pela divulgação. «Os nossos objetivos, para já, são dar a conhecer a Sors, a sua estética e conceito», afirma ao Portugal Têxtil.