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Wal-Mart quer crescer ainda mais

A Wal-Mart Stores planeou acrescentar 55 milhões de metros quadrados de novos espaços que poderão atingir os 14 mil milhões de dólares, afirmaram os seus executivos durante a apresentação da empresa na Wal-Mart International na conferência realizada pela Merrill Lynch Retailing Leaders.

De acordo com Jay Fitzsimmons, vice-presidente sénior do departamento financeiro, a Wal-Mart International tem, actualmente, um nível de crescimento de 28,9 por cento, passando de dez lojas fora dos Estados Unidos em 1993 para 1.603 lojas internacionais em 2005. Actualmente, afirmou que a Wal-Mart tem um total de 5.708 lojas em todo o mundo, das quais 3.702 estão situadas nos Estados Unidos.

Fitzsimmons enumerou os sete formatos diferentes da empresa desde o maior ao mais pequeno tal como: comida, supercentros, restaurantes, mercadoria geral/desconto, Sam’s Clubs, vestuário e várias lojas de alimentação. O vice-presidente da empresa afirmou ainda que a Wal-Mart precisa de diferentes tipos de infra-estruturas de forma a manobrar todos estes formatos. Há 53 pontos de distribuição fora dos Estados Unidos e numerosos escritórios globais em todo o mundo.

Fitzsimmons mencionou ter óptimas marcas, que fazem parte da estratégia de crescimento da empresa, com 25 por cento das suas actuais vendas derivadas de programas de “private label”. Outros departamentos que foram estabelecidas de forma a facilitar o crescimento são os escritório de desenvolvimento de fornecedor, fusões e aquisições, estratégia e integração, e formatação e desenvolvimento.

«Acreditamos que há um número de países onde já operamos e onde podemos crescer de forma muito significativa», acrescenta Fitzsimmons, citando os exemplos do Brasil e da China. A Wal-Mart apenas opera em 44 lojas na China, mas tem planos para aumentar largamente este número.

«Também estamos ausentes de vários locais e sentimos que podemos crescer em muitos novos mercados sempre de uma forma firme e rentável», continuou. «Pretendemos dar ao mundo um melhor estilo de vida e fornecer artigos a preços mais acessíveis», concluiu.