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Why Knot?

O nó que une os dois sentidos da Knot foi dado há dez anos atrás por Carla Caetano. Impulsionada pela ideia de lançar uma marca contadora de histórias e orientada para a família, surgiu a Knot, de nome inglês, mas completamente embebido na cultura portuguesa.

«A marca nasce com o conceito do nó, do laço e, por isso, se chama Knot, uma marca para a família», começa por explicar Carla Caetano, CEO da marca, acrescentando que «também pode ser a kids not, que é uma marca para criança, mas não é só para criança», uma vez que os pais também podem vestir peças a combinar.

As coleções que vão dos 0 aos 12 anos partem sempre de uma história que conduz todas as cores, texturas, padrões e design, e que culmina na criação de um conto construído através de cada pormenor dedicado à peça.

«Tentamos que cada peça conte uma história, isso é para nós superimportante. Estamos sempre a brincar que é como escrever um livro», confessa a CEO ao Portugal Têxtil.

Dispondo de 17 lojas próprias ao longo do território nacional e ainda presente em várias lojas multimarcas em cidades pequenas, a Knot mantém um crescimento progressivo «quer em Portugal, quer fora, crescemos acima dos dois dígitos, continuamos com o nosso plano», registando no balanço de 2017, um crescimento «acima dos 10%», revela Carla Caetano.

A loja online «vende tanto como uma das nossas melhores lojas, portanto, é bastante significativo», afirma a empresária, mas, as vendas restringem-se apenas à Europa. Para os restantes mercados externos, a distribuição online é organizada pela Farfetch e outros marketplaces.

Ainda que a pegada da Knot esteja espalhada «um bocadinho por todo o lado», Carla Caetano aponta como principais mercados os Estados Unidos e a Itália, onde mantém uma parceria com o showroom italiano Guffanti.

A produção é realizada integralmente em Portugal e conta com um efetivo de cerca de 70 pessoas distribuídas entre o departamento de design, marketing, logística, lojistas e controladores de produção, divididos entre os escritórios do Porto e de Lisboa.

Os objetivos delineados para este ano «é estabilizar em Portugal. Acabámos de abrir duas lojas, no Freeport e no Ikea do Algarve., portanto trabalhar bem essas lojas e claramente crescer no mercado internacional» adianta a CEO.

A Knot, que fechou o ano de 2017 «muito perto dos 5 milhões», marcou presença na Pitti Bimbo e na FIMI, que decorreram este mês de janeiro, para apresentar a coleção outono-inverno 2018/2019, baseada na cultura nórdica.

«A ideia do Nordic Lands, que tem muito a ver com esta relação que nós hoje vivemos da necessidade do bem-estar e do equilibro, é uma coisa que também tentamos potenciar na nossa empresa. As pessoas têm que fazer o seu trabalho no tempo que estão lá e temos que ter uma vida para além disso», justifica.

Os elementos referentes ao “Hygge” e ao “Lagom” que, atualmente, são considerados como requisitos para um ideal de vida, são explorados nas novas propostas de moda da Knot através de estampados alusivos aos «penteados que usam as mulheres do Norte», entre outras referências gráficas que caracterizam o estilo nórdico.