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Zara: aqui há rato

A gigante do retalho tem um processo judicial em mãos depois de uma cliente ter encontrado um roedor morto no forro de um vestido. O insólito terá acontecido no estado norte-americano do Connecticut e Cailey Fiesel, a protagonista, está a processar a Zara por «perturbação emocional».

Depois da denúncia de plágio pela artista indie norte-americana Tuesday Bassen (ver Zara e a arte da cópia) e de um processo interposto por um cliente que a acusou de praticar preços enganosos nos EUA (ver Zara enfrenta processo judicial), a Zara volta a ser alvo de uma ação judicial – provavelmente a mais insólita.

De acordo com a notícia avançada esta semana pelo jornal norte-americano New York Post, Cailey Fiesel diz ter comprado dois vestidos numa loja da Zara em julho e quando vestiu um deles, em agosto último, apercebeu-se de que a peça emanava um odor a podridão. «No trabalho, [Cailey Fiesel] começou a reparar num odor forte e não conseguiu identificar a fonte», relata a ação interposta.

Depois, Fiesel terá sentido um alto no forro do vestido que julgou ser uma espécie de sensor e «uma linha solta contra perna», acabando por descobrir que o que estava a roçar na sua perna era a pata de um rato morto que, de acordo com o processo, estava dentro do forro do vestido. A jovem ficou «aterrorizada» com a descoberta.

A retalhista espanhola veio entretanto a público e, em comunicado de imprensa, afirmou já ter tido conhecimento do caso e estar a investigar o sucedido, garantindo defender «padrões de segurança e saúde elevados» E estando empenhada «em assegurar que todos os produtos estão ao nível dessas exigências».

A jovem de 24 anos está a processar a marca com base em «ferimentos pessoais significativos» e «perturbação emocional».

O vestido com etiqueta “Made in Turkey” está, entretanto, em vácuo até poder ser mostrado em tribunal como prova.