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Zegna não prevê nenhum crescimento este ano

O grupo italiano, Ermenegildo Zegna, produtor de tecidos e de roupa para homem de alta gama, teve uma facturação de 667 milhões de euros em 2001, com uma subida de 7% sobre o ano anterior, resultado bastante bom, mas inferior aos 20% que se tinham previsto. A empresa mantém reserva em relação aos proveitos. As vendas aumentaram 20% no Japão e 30% na China (a região asiática representa cerca de 22% do volume de negócios), mas diminuíram drasticamente nos Estados Unidos e Canadá, que normalmente absorvem um terço da facturação do grupo. Em ambos países as vendas já estavam a descer desde Abril e depois de 11 de Setembro a queda acentuou-se. A Europa, onde o grupo investiu 40 milhões de euros, teve um comportamento satisfatório. O grupo tem 391 pontos de venda monomarca, dos quais 75 são próprios (11 a mais do que no final de 2000). No ano 2002, a Zegna irá investir outros 40 milhões de euros, em parte destinados a ampliar a rede de distribuição. Os irmãos Zegna consideram que a situação é particularmente difícil, principalmente tendo uma organização, que é o caso, capaz de absorver o golpe, e dar-se-ão por muito satisfeitos se conseguirem manter as vendas ao nível do último ano. Assim, a empresa põe em marcha um plano anti-crise, que pressupõe uma importante redução nos custos.